Como Abrir um iPhone

Se você deseja olhar mais de perto as partes internas do seu novo iPhone 6 ou quer substituir a bateria por conta própria, será preciso desmontá-lo usando algumas ferramentas básicas. Abrir o iPhone acarretará na perda da garantia, então sempre verifique se o que você deseja fazer pode ser feito pela Apple, antes de tentar sozinho. Siga este guia para abrir seu iPhone em apenas alguns minutos.

 Passos
  1. Imagem intitulada Open an iPhone Step 1
    1

    Desligue o iPhone. Antes de abrir o aparelho, verifique se ele está completamente desligado. Apenas apagar a tela não será suficiente. Pressione e segure o botão de energia do aparelho até que a opção “Desligar” apareça na tela. Deslize o dedo em cima da opção para desligar o aparelho.

    • Abrir o iPhone sem desligá-lo pode causar problemas no aparelho.
  2. Imagem intitulada Open an iPhone Step 2
    2

    Remova o cartão SIM. Para evitar danificar o SIM durante a desmontagem, remova-o primeiro. O método varia dependendo do modelo de iPhone que você possui, mas geralmente, um clipe de papel ou a própria chave que vem na caixa do aparelho podem ajudá-lo a abrir o compartimento e remover o cartão. SIM release button.
  3. Imagem intitulada Open an iPhone Step 3
    3

    Proteja-se contra choques elétricos. Antes de abrir o iPhone, confira se você está devidamente protegido para evitar danificar os componentes com uma carga estática. Você pode se proteger ao tocar algum metal exposto.
  4. Imagem intitulada Open an iPhone Step 4
    4

    Remova os parafusos. Há dois parafusos pequenos na parte inferior do iPhone que precisam ser removidos antes que você abra o aparelho. Eles estão localizados um em cada ponta da entrada do conector.

    • O iPhone Original e o 3GS precisam de uma chave Phillips #00 para retirar os parafusos. Os modelos entre o iPhone 4 até o iPhone 6 requerem uma chave de fenda Pentalobe de cinco pontos.
    • Os parafusos são bem pequenos, então tome cuidado para não perdê-los depois de retirá-los do iPhone.
  5. Imagem intitulada Open an iPhone Step 5
    5

    Erga a capa para abri-la. Depois de remover os parafusos, você pode erguer a capa usando uma chave de fenda de ponta chata. Insira a chave de fenda logo acima da entrada do conector onde você removeu os parafusos. Empurre com cuidado, até que a tela se solte do aparelho.

    • Alternativamente, você pode prender uma ventosa na tela e puxar cuidadosamente, até que ela se separe do aparelho. Isso pode causar menos danos do que forçar com uma chave de fenda.
    • Abra o aparelho com cuidado. A tela está conectada à componentes do aparelho com diversos cabos de fita. Se você soltar a tela muito rapidamente, pode danificar os cabos.
  6. Imagem intitulada Open an iPhone Step 6
    6

    Solte os cabos de fita. Há três cabos pequenos localizados na parte de cima do iPhone, que conectam a tela à placa mãe. Para remover a tela completamente, é preciso soltar esses cabos.

    • É preciso remover os dois primeiros cabos antes de remover o terceiro.
    • Cuidado ao soltar esses cabos, pois danificá-los fará com que o seu iPhone pare de funcionar.
  7. Imagem intitulada Open an iPhone Step 7
    7

    Remova a tela. Ao soltar os cabos, você pode deixar a tela de lado. Cuidado para não danificá-la enquanto ela não estiver em uso.
  8. Imagem intitulada Open an iPhone Step 8
    8

    Acesse a placa mãe. Se você precisar acessar a placa mãe, remova os parafusos em volta da placa de metal. Alguns parafusos podem estar cobertos com adesivos. Depois de remover todos os parafusos, solte a placa mãe.
  9. Imagem intitulada Open an iPhone Step 9
    9

    Remova a bateria. Nos modelos mais antigos de iPhone, a bateria fica colada à placa traseira do iPhone. Use uma chave de fenda pequena e de ponta chata para soltar e erguer a bateria aos poucos, tomando cuidado para não furá-la.

    • Modelos mais novos de iPhone tem baterias removíveis que você pode soltar imediatamente após remover o parafuso que segura elas no lugar.
  10. Imagem intitulada Open an iPhone Step 10
    10

    Remonte o iPhone. Ao finalizar os reparos, você pode remontar o aparelho ao fazer os mesmos passos acima, só que na ordem reversa. Confira se todos os cabos estão conectados nas entradas correspondentes.
 Dicas
  • Proteja-se antes de tocar em quaisquer partes eletrônicas do iPhone. Toque uma superfície de metal para descarregar qualquer energia estática que esteja em seu corpo e, assim, evitar que quaisquer partes do aparelho sejam danificadas.
 Avisos
  • É preciso tomar muito cuidado ao abrir o iPhone, já que o aparelho contêm muitas peças caras e sensíveis, e que podem ser danificadas com facilidade.
  • Tenha cuidado, também, ao forçar para abrir certas partes do aparelho. A pressão em excesso pode causar arranhões, danos, rachaduras ou até a quebra de partes pequenas, mas essenciais para o funcionamento do aparelho.
  • Abrir seu iPhone acarretará na perda da garantia.

Criando pendrive bootável do windows com prompt de comando (CMD)

Tenho visto que muitos pessoas tem procurado um tutorial bem explicativo a respeito de criação de um pendrive bootável do Windows, seja ele XP, 7, 8 ou 8.1. Para criar o pendrive bootável do Windows, no meu caso utilizarei uma ISO do Windows 7 contendo todas as versão 32 e 64Bits (A.I.O) ou um DVD de Instalação. Dependendo do Windows alguns comando no prompt de comando (CMD) podem mudar.

Passo a Passo:
1. Plug seu pendrive na porta USB e mova todo o conteúdo para um local seguro no seu HD, pois todo conteúdo será APAGADO!
2. Abra o prompt de comando (CMD) como ADMINISTRADOR, para isso:

    • No Windows 7: Clique no menu iniciar>Todos os Programas>Acessórios e clique com o botão direito do mouse em prompt de comando (CMD), em seguida em “Executar como Administrador”.
    • No Windows 8, 8.1 e 10: No caso do 8 e 8.1 utilize o pesquisar (Winkey + Q). para executar como administrador clique com botão direito.
    • Windows XP:
    não necessitar executar como administrador.

3. Com o Prompt aberto digite o comando DISKPARTe pressionando a tecla <Enter> o UAC (User Account Control) pedirá permissão para executar o Clicando em Sim, abrirá outra tela com o Prompt do DISKPARTcomo mostro nas duas imagens a seguir.

prompt_cmd
Tela do Prompt de Comando (CMD)
tela_do_diskpart
Tela do DiskPart

4. Na tela do prompt do DISKPART, digite LIST DISK  e depois tecle <Enter>.  Aparecerão as informações referentes aos discos conectados ao computador, conforme mostrado abaixo.

tela_do_diskpart_list-disk

5. A seguir,  digitaremos o comando SELECT DISK Nº, onde Nº será o número do disco referente ao Pen Drive, no meu caso é o número 1. Tome cuidado para não digitar o número correspondente a outro disco.

6. Agora que a unidade USB está selecionada, os próximos comandos irão preparar o Pen Drive para receber os arquivos de instalação Windows.

7. Digite CLEAN e depois tecle <Enter>. Este comando limpará tudo o que tiver dentro do Pen Drive.

8. Após o comando de limpeza, criaremos a partição primária no Pen Drive com o comando CREATE PARTITION PRIMARY. Lembrando que sempre após digitar um comando, pressionar tecla <Enter>, para executá-lo.

9. A seguir usaremos o comando FORMAT FS=FAT32 QUICK, que formatará o Pen Drive para o formato Fat32 e a0 usar a opção Quick (não é o fundamental), fará o processo de formatação de forma rápida.

10. Terminada a formatação digite ACTIVE e depois tecle <Enter>, para ativar a partição.

11. Digite EXIT  e tecle <Enter> para sair do Prompt do DISKPART – pode estar fechando a janela do Prompt de Comando também.

12. Terminado os processos acima, com a mídia de DVD do Windows na leitora, copie todos os arquivos e pastas do DVD  para a unidade referente ao Pen Drive. Caso esteja utilizando uma ISO extraia com o Winrar e copie todos os arquivos para dentro do Pen Drive.

13. Pronto! Agora o Pen Drive já está pronto para ser utilizado como Boot

Mr Claytonet 20666 – O Vereador Digital CiberAtivista e Motociclista

Mr Claytonet 20666

Mr Claytonet 20666 – O Vereador Digital CiberAtivista e Motociclista
http;//mrclaytonet.vereador.site
Pelo progresso de nossa cidade chega de ser ultrapassado por outras cidades mineiras em desenvolvimento, chega de atraso. Sou Barbacenense a vida toda e nunca vejo nossa cidade progredir ta na hora de ter alguem que realmente não tem medo de lutar pelo progresso e o povo na camara municipal de Barbacena essa pessoa sou eu Mr Claytonet 20666 – O Vereador Digital CiberAtivista e Motociclista.
http://mrclaytonet.vereador.site
Assista este video:https://www.facebook.com/mrclaytonet/videos/1400996586582682/?hc_location=ufi

Porque escolhi o numero 20666?
Por causa do Route 66 MC 🙂

6 coisas que alguém com SSD NÃO deve fazer

Você possivelmente já leu algo sobre os drives de estado sólido, não é mesmo? Sob a sigla SSD (Solid State Drive, em inglês), estes equipamentos surgiram como uma opção mais segura e veloz para os discos rígidos comuns — que contam com partes mecânicas e apresentam mais problemas relacionados à movimentação — e têm ganhado bastante espaço no mercado nestes últimos anos.

Mas, antes de instalar e configurar o SSD, é preciso saber que existem diferenças entre eles e os HDs com os quais já estamos acostumados. Por causa disso, algumas ações não devem ser tomadas com os aparelhos — para aumentar o tempo de vida útil deles e evitar que exista qualquer problema. Ficou curioso? Então confira agora mesmo o que você não deve fazer com um SSD em seu PC.

1. Desfragmentação

Uma das principais diferenças entre os HDs e o SSDs está no modo como os dados são gravados. Enquanto os discos rígidos utilizam pequenas estruturas magnéticas para informar o valor de cada informação, nos drives sólidos isso acontece de uma maneira eletrônica — conseguida graças à energia elétrica armazenada ali. E é por causa disso que desfragmentar um SSD pode ser uma péssima ideia.

Esse método de gravação faz com que os SSDs tenham um número de gravações mais limitado do que acontece nos discos rígidos. Desfragmentar um disco significa realocar arquivos e fazer com que a porção de armazenamento dele seja otimizada — o que resulta em um grande consumo de espaço durante o período da desfragmentação. Ou seja: o processo pode reduzir a vida útil dos equipamentos.

Não bastasse isso, também vale dizer que a desfragmentação é um processo inútil nos computadores com SSD. Isso porque ela foi criada para reagrupar dados espalhados em discos rígidos, para facilitar a leitura em equipamentos desse tipo. Como o SSD não utiliza leitores mecânicos — e sim processos elétricos —, a informação pode ser acessada de qualquer lugar com a mesma rapidez.

2. Limpar áreas vazias

Por muito tempo, consumidores costumaram utilizar ferramentas para “apagar áreas vazias” do disco rígido. Isso permitia que as unidades ganhassem um pouco mais de espaço e ainda evitava que os dados pudessem ser recuperados após a exclusão de arquivos. Mas os sistemas operacionais mais recentes — Windows 7 e superiores, Mac OS X 10.6 e superiores ou Linux baseado em Kernels lançados depois de 2012 — são habilitados com o TRIM.

Isto é uma “notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados”. Esta função faz com que os arquivos deletados do computador sejam realmente excluídos — não ficando disponíveis para restauração com o uso de aplicativos especializados.

Isso tudo significa que “limpar áreas vazias” em um sistema moderno e que utilize SSDs acaba sendo um esforço completamente desnecessário. Além de gastar um tempo sem fins realmente efetivos, o processo ainda pode desgastar o SSD com uma sobrecarga de informações — que também pode causar uma redução na vida útil do dispositivo.

Verifique se o TRIM está ativo

É possível que o seu computador não possua o TRIM ativado por padrão. Para verificar isso você pode usar softwares como o TrimCheck ou então seguir alguns rápidos passos:

  • 1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
  • 2) No prompt de comando, digite o seguinte: “fsutil behavior query DisableDeleteNotify”
  • 3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
  • 4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM: “fsutil behavior set disabledeletenotify 0”

3. Formatação completa

Assim como no caso anterior, aqui trazemos um exemplo de processo desnecessário para os computadores com SSD. Formatar completamente um drive de estado sólido não é uma tarefa muito interessante e isso se aplica por várias razões. Primeiro: apagar arquivos com o modo TRIM faz com que eles sejam realmente excluídos definitivamente. Segundo: isso não fará com que seu computador fique mais veloz. Sem falar que a ação ainda joga fora alguns ciclos de reescritas do dispositivo.

4. Usar Windows XP ou Vista

O Windows XP e o Windows Vista são sistemas operacionais que não possuem suporte para o TRIM. Isso significa que arquivos apagados permanecem disponíveis para a recuperação por meio de aplicativos especializados. Mais do que isso, também existe o fato de que sistemas sem TRIM acabam gerando bastante lentidão após algum tempo de uso.

Em resumo: com o passar do tempo, seu SSD passará a demorar muito para conseguir terminar a escrita de um arquivo. É claro que não é o fim do mundo usar esses outros sistemas operacionais, mas é importante usar alguns softwares de otimização criados pelas próprias fabricantes de drives — evitando problemas relacionados às já mencionadas sobreescritas.

Atenção: não é interessante usar ferramentas alternativas de manutenção, pois isso pode prejudicar ainda mais o desempenho — opte sempre pelas oficiais das fabricantes. O drive de estado sólido sabe gerenciar os dados e cuidar de sua Garbage Collection — um sistema automatizado do gerenciamento da memória disponível — , sendo que a interação do usuário apenas vai prejudicar as configurações determinadas no firmware do componente.

5. Usar toda a capacidade

Essa lição já foi ensinada pelos HDs comuns em outros momentos — quem usa os PCs há mais tempo deve se lembrar do quanto era difícil reservar espaço em computadores que tinham menos de 1 GB para o armazenamento —, mas precisa ser relembrada. É essencial que você nunca preencha toda a capacidade do seu SSD, sempre deixando um espaço de sobra na unidade.

Isso se deve ao fato de que novos arquivos e carregamentos exigem espaço livre para que funcionem corretamente. Logo, sem ele o seu sistema ficará muito lento e apresentando falhas constantes. O site AnandTech afirma que pelo menos 25% do espaço total devem ser mantidos livres para evitar problemas — algo parecido com o que era indicado para os HDs comuns.

6. Realizar escritas constantes

Essa dica é bem importante, mas deve ser melhor aproveitada somente por quem utiliza SSDs em conjunto com HDs comuns. Um dos métodos mais eficientes de fazer com que a vida útil dos drives de estado sólido seja prolongada está em evitar as escritas nele. Ou seja, fazer com que menos arquivos sejam gravados nos drives e os mantendo como unidades de leitura.

As recomendações mais comuns são de que o SSD deve ser usado para a gravação dos arquivos de sistema operacional, softwares, jogos e outros dados que precisam ser acessados frequentemente e com rapidez. Em resumo: grave os arquivos que precisam ser acessados para que a sua utilização se torne mais confortável.

Ao mesmo tempo, não é indicado armazenar arquivos de mídia nos SSDs — uma vez que o espaço seria desperdiçado e o carregamento deles pode ser feito a partir de um HD sem qualquer problema ou lentidão. Ou seja… Nada de salvar o seu filme favorito em 4K nos drives de estado sólido.

Evite arquivos de paginação

Quando a sua memória RAM está toda ocupada, o Windows utiliza um setor do seu HD para fazer com que mais aplicativos e processos possam ser carregados ou mantidos. O problema é que se estivermos falando sobre um computador com SSD, esse setor de memória será sobreescrito com muita frequência e causará danos à estabilidade e à vida útil do equipamento.

Ou seja… Desative a opção de paginação nas configurações do sistema operacional — ou use um disco rígido comum para isso. Se você só possui um SSD, recomenda-se que sua máquina tenha pelo menos 8 GB de RAM para que o sistema não exija a paginação da memória virtual.

…..

Você conhecia essas recomendações? É claro que, se você optar por não segui-las, conseguirá usar o seu computador normalmente — afinal de contas, ele não vai explodir por causa disso. Mesmo assim, vale a pena ficar ligado em tudo isso para fazer com que os seus equipamentos possam ser usados por mais tempo e sem apresentar falhas.

FONTE(S)

  • ANANDTECH
  • HOW TO GEEK
  • LIFE HACKER

Confira os lançamentos incríveis da Gigabyte na Computex 2016

 

Gigabyte Computex

A Computex está sendo realizada nessa semana em Taipei e as novidades não param de aparecer. A bola da vez está com a Gigabyte, que apresentou uma série de novidades para gamers e demais usuários que exigem o melhor no que diz respeito a gráficos. Além disso, ela também anunciou um novo notebook extremamente fino e placas-mãe para servidores.

PC pequenininho

Uma das novidades é o Mini PC Brix UHD Gaming, que vem com processador Intel Core i7 “Skylake-U” e placa de vídeo Nvidia GeForce GTX 950. Esse computador pra lá de compacto tem apenas 22 cm de altura, 11cm de largura e 11cm de profundidade, mas consegue ter um enorme desempenho, sendo capaz de rodar a maioria dos games atuais na máxima qualidade e resolução 1080p.

Mini PC Brix UHD Gaming

Ele consegue reproduzir conteúdos 4K graças a suas 3 mini DisplayPort e à conexão HDMI. Além disso, o mini PC também tem 3 portas USB 3.1, uma porta USB 3.1 Tipo-C e uma USB 3.1 Tipo-A. Ah, vale citar que essa máquina não conta com nenhuma unidade de armazenamento de fábrica, então o usuário fica responsável por comprar um SSD de 2.5 polegadas, bem como 2 módulos de memória DIMM DDR4.

Placas-mãe Ultra Gaming

A companhia também anunciou uma grande novidade para os amantes dos jogos eletrônicos: as placas-mãe da linha Ultra Gaming, compatíveis com as plataformas Intel X99 e Z170

X99 Ultra Gaming O modelo X99 Ultra Gaming “traz o melhor do chipset X99 da Intel para uma placa-mãe que está pronta para os jogos mais procurados do mercado”, segundo a Gigabyte. Essa motherboard é perfeita para os usuários que desejam montar um PC para games em realidade virtual ou em 4K.  Z170-X Ultra GamingJá o modelo Z170-X Ultra Gaming funciona com qualquer CPU da 6ª geração da Intel, e também traz conectores U.2 e suportes multi-gráficos. E para os gamers que curtem customizar gabinetes com LEDs, ambas as placas têm pin-headers para fitas de LED e oferecem o “Ambient LED Application”, que permite ao usuário controlar não somente as cores do LED, como também a frequência da iluminação pela batida da música.

Linha Xtreme Gaming

Para acompanhar o lançamento da GeForce GPU GTX 1080, da Nvidia, a Gigabyte está  lançando uma nova linha de PCs para gamers chamada Xtreme Gaming, com uma linha de produtos completa incluindo periféricos desde coolers até mousepads. Com esse lançamento, a companhia espera “otimizar a experiência em realidade virtual”, mas ainda não entrou em detalhes específicos sobre o uso de VR nessa nova máquina.   Xtreme GamingEntre os acessórios que compõem a linha, estão a fonte XP1200M, que é uma fonte modular high-end com 1.200W de capacidade e selo 80+ Platinum; o teclado XK700, mecânico e com backlighting RGB completamente customizável contando com rollover N-key; o mouse XM300, que vem equipado com micro switches OMRON, sensor óptico ajustável e com longevidade de até 20 milhões de clicks; o headset XH300, com unidades de 50mm e microfone unidirecional; e os gabinetes XC700 e XC300, com suporte a multi-GPU e configurações que permitem a inclusão de refrigeração líquida ou a ar.

Notebook colorido e ultra-fino

Aero14Com apenas 19,9 milímetros de espessura, o Aero 14 combina a leveza de apenas 1,89kg com hardware de ponta. Sua tela IPS tem 14 polegadas com resolução QHD (2560×1440), e, por dentro, ele vem com um processador Core i7 da sexta geração, até 32GB de memória DDR4 e placa de vídeo Nvidia que pode ser uma GTX 970M ou a GTX 965M. Aero14Além disso, ele também tem SSD M.2, saídas de vídeo HDMI 2.0 e mini-DisplayPort, e sua bateria de 94,23 Wh tem capacidade de durar até um dia inteiro de uso intenso, segundo a Gigabyte.

Placas-mãe para o mercado profissional

Pensando em servidores, a fabricante lançou também as motherboards MW70-3S0 e MW70-SV0, compatíveis com o processador Xeon V3/V4 lançado pela Intel também na Computex. Ambas as placas-mãe são compatíveis com memória DDR4 e têm espaço para até três chips gráficos da Nvidia. placa-mãe servidor Gigabyte

Além desses dois modelos, a Gigabyte também anunciou a MW21-SE0, uma opção mais barata que é compatível com o Xeon E3 V5, e a MB10-DS0, uma mini-ITX que funciona com o Xeon D-1541 de oito núcleos e aguenta até 4GB de memória DDR4.

Via: Digital Trends

 

APRENDA A USAR O CHKDSK E RESOLVA PROBLEMAS DO SEU HD

 Aprenda a usar o CHKDSK e resolva problemas do seu HD! O CHKDSK é o sucessor do antigo Scandisk, utilitário muito usado nas versões mais antigas Windows. O  CHKDSK, assim como seu antecessor, procura e corrige erros nos arquivos do seu disco rígido.

APRENDA A USAR O CHKDSK

Embora o uso de partição NTFS dê segurança total aos arquivos armazenados no disco rígido e o uso do CHKDSK seja cada dia mais raro, o uso dele é importante quando o disco rígido tem algum problema ou você desconfia disso. Nesse caso o CHKDSK é a melhor opção para recuperação de dados por ele ser uma aplicação do próprio Windows.

Aprenda a usar o CHKDSK e resolva problemas do seu HD Aprenda a usar o CHKDSK e resolva problemas do seu HD - {focus keyword}

SINTAXE

chkdsk [volume:] [caminho e nome_de_arquivo] [/f] [/v] [/r] [/x] [/i] [/c][/l[:tamanho]]

Parâmetros
volume Especifica a letra da unidade (seguida de dois-pontos), o ponto de montagem ou o nome do volume.

[caminho] nome_de_arquivo especifica o local e o nome de um arquivo ou conjunto de arquivos que chkdsk deve verificar para determinar se há fragmentação. Você pode utilizar caracteres curingas (isto é, * e ?) para especificar vários arquivos.

/f Corrige erros no disco. O disco deve ser bloqueado. Se chkdsk não puder bloquear a unidade, será exibida uma mensagem perguntando se você deseja verificar a unidade na próxima vez que reiniciar o computador.

/v Exibe o nome de todos os arquivos contidos em cada pasta à medida que o disco é verificado.

/r Localiza setores defeituosos e recupera informações legíveis. O disco deve ser bloqueado.

/x Use esta opção somente com o NTFS. Ela força primeiro a desmontagem do volume, se necessário. Todos os identificadores abertos para a unidade serão invalidados. A opção /x também inclui a funcionalidade da opção /f.

/i Use esta opção somente com o NTFS. Efetua uma verificação menos rígida das entradas de índice, reduzindo o tempo necessário para a execução de chkdsk.

/c Use esta opção somente com o NTFS. Ela ignora a verificação de ciclos dentro da estrutura de pastas, reduzindo o tempo necessário para a execução de chkdsk.

/l[:tamanho] Use esta opção somente com o NTFS. Ela utilizará o tamanho digitado por você em vez do tamanho do arquivo de log. Se você omitir o parâmetro de tamanho, /l exibirá o tamanho atual.

LEIA
Como Alterar o tempo limite do Chkdsk ao iniciar o Windows

/? Exibe informações de ajuda no prompt de comando.

UTILIZAÇÃO DO CHKDSK

Executando chkdsk 
Para executar o comando chkdsk em um disco fixo, é necessário ser membro do grupo Administradores. Tradução: para executá-lo, a melhor opção é executar o Prompt de Comando rodando como Administrador:

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Verificando uma unidade bloqueada durante a reinicialização  

Para que chkdsk corrija erros no disco, os arquivos não podem estar abertos na unidade. Se os arquivos estiverem abertos, a seguinte mensagem de erro será exibida:

Não é possível executar CHKDSK porque o volume está em uso por outro processo. Deseja agendar a verificação deste volume para a próxima vez em que o sistema for reiniciado? (S/N)

Se você optar pela verificação da unidade na próxima vez que o computador for reiniciado, chkdsk verificará a unidade e corrigirá os erros automaticamente quando o computador for reiniciado. Se a partição da unidade for uma partição de inicialização, chkdsk reiniciará automaticamente o computador depois de verificar a unidade.

Reportando erros de disco 
O comando chkdsk examina o espaço em disco e a utilização do disco pelos sistemas de arquivos tabela de alocação de arquivos (FAT) e NTFS. Chkdsk fornece informações específicas de cada sistema de arquivos em um relatório de status. O relatório de status exibe os erros encontrados no sistema de arquivos.

Se chkdsk for executado sem a opção de linha de comando /f em uma partição ativa, ele poderá reportar erros indesejáveis, pois não conseguirá bloquear a unidade. Você deve utilizar o comando chkdsk em cada disco periodicamente para verificar se há erros.

Corrigindo erros de disco
O comando chkdsk só corrigirá erros de disco se você especificar a opção de linha de comando /f. É necessário que Chkdsk possa bloquear a unidade para corrigir os erros. Como a reparação geralmente altera a tabela de alocação de arquivos de um disco e, às vezes, causa perda de dados, chkdsk enviará uma mensagem de confirmação semelhante a esta:

LEIA
Como Alterar o tempo limite do Chkdsk ao iniciar o Windows

10 unidades de alocação perdidas encontradas em 3 cadeias.
Deseja converter cadeias perdidas em arquivos?

Se você pressionar S, o Windows salvará cada cadeia perdida na pasta raiz como um arquivo com um nome no formato de arquivo nnnn.chk. Quando chkdsk for concluído, você poderá verificar esses arquivos para descobrir se contêm quaisquer dados necessários. Se você pressionar N, o Windows corrigirá o disco, mas não salvará o conteúdo das unidades de alocação perdidas. Se você não usar a opção de linha de comando /f, chkdsk enviará uma mensagem se for necessário corrigir algum arquivo, mas não corrigirá nenhum erro.

Se você utilizar chkdsk /f em um disco muito grande (por exemplo, 70 GB) ou em um disco com um número muito grande de arquivos, o chkdsk poderá levar muito tempo (talvez vários dias) para ser concluído. O computador não ficará disponível durante esse período, porque chkdsk só liberará o controle depois de ser concluído.

Verificar um disco FA
Windows exibe relatórios de status de chkdsk referentes a um disco FAT no seguinte formato:

O número de série do volume é B1AF-AFBF
72.214.528 bytes de espaço total em disco
73.728 bytes em 3 arquivos ocultos
30.720 bytes em 12 pastas
11.493.376 bytes em 386 arquivos do usuário
61.440 bytes em setores defeituosos
60.555.264 bytes disponíveis no disco
2.048 bytes em cada unidade de alocação
35.261 unidades de alocação totais no disco
29.568 unidades de alocação disponíveis em disco

Verificando um disco NTFS 
O Windows exibe relatórios de status de chkdsk referentes a um disco NTFS no seguinte formato:

O tipo do sistema de arquivos é NTFS.

CHKDSK está verificando os arquivos…
Verificação de arquivos concluída.
CHKDSK está verificando índices…
Verificação dos índices concluída.
CHKDSK está verificando os descritores de segurança…
Verificação de descritores de segurança concluída.
12.372 quilobytes de espaço total em disco.
3 KB em 1 arquivo do usuário.
2 KB em 1 índice.
4.217 KB em uso pelo sistema.
8.150 KB disponíveis em disco.
512 bytes em cada unidade de alocação.
24.745 unidades de alocação totais no disco.
16.301 unidades de alocação disponíveis em disco.

Usando chkdsk com arquivos abertos
Se você especificar a opção de linha de comando /f, chkdsk enviará uma mensagem de erro se forem encontrados arquivos abertos no disco. Se você não especificar a opção de linha de comando /f e existirem arquivos abertos, chkdsk poderá reportar a existência de unidades de alocação perdidas no disco. Isso poderá acontecer se os arquivos abertos ainda não tiverem sido gravados na tabela de alocação de arquivos. Se chkdsk reportar a perda de uma grande quantidade de unidades de alocação, á aconselhável reparar o disco

LEIA
Como Alterar o tempo limite do Chkdsk ao iniciar o Windows

Localizando erros de disco físicos
Utilize a opção de linha de comando /r para localizar erros de disco físicos no sistema de arquivos. Para obter informações sobre como recuperar arquivos fisicamente danificados com o comando recover, consulte Tópicos relacionados.

Reportando a existência de setores de disco defeituosos
Os setores defeituosos reportados por chkdsk foram marcados como defeituosos quando o disco foi preparado para ser utilizado pela primeira vez. Eles não oferecem perigo.

Noções básicas sobre códigos de saída 
A tabela a seguir lista os códigos de saída reportados por chkdsk após sua conclusão.

0: Não foram encontrados erros.
1: Foram encontrados erros e corrigidos.
2: A limpeza de disco, como a coleta de lixo, foi efetuada, ou a limpeza não foi efetuada porque /f não foi especificado.
3: Não foi possível verificar o disco, não foi possível corrigir os erros ou os erros não foram corrigidos porque a opção /f não foi especificada.

HD fazendo barulho? Descubra qual pode ser o problema

HDs consistem em discos magnéticos girando em altas velocidades e isso significa que eles normalmente geram algum ruído. Contudo, há situações em que barulhos estranhos devem servir de alerta ao usuário porque indicam que o dispositivo está com problemas sérios em seus mecanismos. O uso prolongado de HDs nessas situações pode agravar o problema e comprometer a saúde da superfície em que os seus dados estão armazenados.
Como detectar erros no disco rígido?
No tutorial, você vai conhecer alguns métodos para identificar a origem dos ruídos, determinar se eles são normais ou representam indícios de problemas. Também vai ficar por dentro de dicas importantes para não comprometer a integridade dos seus dados.


Saiba como identificar ruídos estranhos e suas possíveis causas

Antes de analisarmos possíveis causas e soluções, tenha em mente que HDs não devem fazer barulho. Um disco rígido que está se comportando de forma anormal e produzindo ruído durante o uso, pode ser usado por mais algum tempo. Medidas paliativas podem estender um pouco sua vida útil, mas, via de regra, HDs que começam a fazer barulho não melhoram, só pioram com o tempo. Se o seu está nesse estágio, encare a situação com cuidado e realize backups de seus dados.
Passo 1. A primeira precaução é determinar saúde do disco. Para isso, execute algum aplicativo de diagnóstico para HDs, como o HD Tune Pro. Esse programa vai examinar o dispositivo e, caso encontre problemas, você já terá indícios de que o ruído pode estar relacionado a esses erros.

Use aplicativos de diagnóstico, como o HD Tune Pro, para procurar erros no seu HD (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Use aplicativos de diagnóstico, como o HD Tune Pro, para procurar erros no seu HD
Passo 2. Caso o software encontre erros como “bad blocks” dentro do seu HD, execute programas que são capazes de corrigi-los (além do HD Tune Pro, considere o Hirens BootCD como opção para essa tarefa). Em alguns casos, eliminando os bad blocks, o disco rígido pode parar de fazer barulho.

Pontos vermelhos simbolizam blocos defeituosos no HD (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Pontos vermelhos simbolizam blocos defeituosos no HD
Passo 3. Se o diagnóstico não encontrou nada de errado, ou se mesmo corrigindo bad blocks seu disco ainda faz barulho, há outras possibilidades para se eliminar os ruídos.


Certifique-se de que o HD está instalado de forma correta no gabinete
Abra seu computador e verifique se os parafusos que fixam o HD no lugar estão bem apertados. Algumas unidades de desktop chegam a girar a 7.200 rotações por minuto. Se os parafusos não estão bem fixos, é possível que o momento gerado por todo esse movimento cause vibração no suporte, gerando ruídos estranhos.

 

Passo 4. Outra possível solução é alterar a posição dos cabos de energia e de informações. Substitua-os e realize novos testes.


Troque os cabos de energia e alimentação para novos testes
É possível que um cabo de energia com defeito cause o problema por subalimentar o dispositivo, fazendo com que os rotores responsáveis por girar os discos não funcionem corretamente. No caso do cabo de informações, problemas semelhantes podem ser causados caso a conexão entre placa e HD não esteja estável em virtude de um cabo de má qualidade.
Passo 5. Se seu HD produz dois estalos na hora de ligar o computador e mensagens relacionadas a erro de boot são emitidas pelo sistema, você tem em mãos um disco rígido condenado. Nesse caso, o HD não pode ser reparado e apenas empresas especializadas podem tentar recuperar seus dados.

Estalos do HD ao ligar o computador e mensagens de erro de inicialização (boot) atestam que o disco está detonado (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
Estalos do HD ao ligar o computador e mensagens de erro de inicialização (boot) atestam que o disco está detonado

Caso queira recorrer a esses profissionais, é importante desinstalar o HD defeituoso para evitar que novas tentativas de inicialização provoquem mais problemas.
Passo 6. Há dois tipos de ruído que simbolizam situações graves e que dificilmente podem ser corrigidos, caso todas as outras alternativas anteriores não tiverem dado nenhum resultado: o som de pequenas batidas e estalos de forma constante, oriundos do interior do HD, denotam sérios problemas: certifique-se de que você possui backup dos seus dados, ou busque realizar o procedimento de cópia imediatamente.

HDs contam com mecanismos sensíveis que, ao saírem de alinhamento, podem causar ruídos e danificar os discos (Foto: Divulgação/Hitachi)
HDs contam com mecanismos sensíveis que, ao saírem de alinhamento, podem causar ruídos e danificar os discos

Outro ruído que pode apontar defeito na unidade é um tipo de gemido em alta frequência, assimilando-se ao barulho que o metal faz ao tocar outra superfície em alta velocidade. Nesse caso, é possível que o disco magnético esteja raspando as cabeças de gravação, ou paredes internas do HD. Nessa situação, considere o dispositivo condenado.

Como evitar esses problemas?
HDs consistem em equipamentos que unem eletrônica e mecânica. Por conterem peças móveis bastante delicadas, é fundamental manuseá-los com cuidado e evitar que eles sofram pancadas a todo custo.
Impactos podem desalinhar o preciso equilíbrio dos mecanismos que fazem com que o HD funcione corretamente, provocando pontos de contato entre cabeças de leitura e gravação com o disco e outros danos físicos, que acabam criando ruídos, prejudicando a integridade dos dados e, no fim, condenando o dispositivo.

Tenha cuidado ao manipular o disco rígido
Outro ponto importante é que HDs com muitos anos de uso acabam sofrendo desgaste natural dessas partes móveis. Se seu disco rígido é velho e está emitindo ruídos estranhos durante o funcionamento, considere a aposentadoria do dispositivo.

Como criar seu próprio servidor de arquivos em casa

Guardar seus arquivos de forma segura nunca foi tão fácil. Quem não gosta de armazenar seus dados com métodos tradicionais (pendrives, CDs, DVDs e HDs portáteis) pode muito bem usufruir de uma enorme variedade de serviços de armazenamento na nuvem como Dropbox, Google Drive e SkyDrive.
Contudo, digamos que você quer mais, muito mais. Não quer depender de servidores terceirizados, que podem muito bem apresentar problemas e sumir com seus documentos confidenciais em questão de pouquíssimos minutos. Embora seja pouco provável que os gigantescos datacenters da Microsoft ou da Google apresentem problemas, os mais neuróticos sempre mantêm essa possibilidade em mente.
Sendo assim, que tal montar seu próprio servidor de arquivos? Além de ser fácil e rápido, o procedimento é bastante barato, visto que você pode usar peças de PCs antigos que você não utilize mais (ou comprá-las em lojas de artigos usados). Além de armazenar de forma mais segura e privada os seus dados importantes, você também pode usar seu servidor para hospedar sites (economizando aquela graninha que você gastava no seu host). O Mr Claytonet ensina a você como fazer tudo isso em apenas sete passos simples! Confira.

(Fonte da imagem: Reprodução/Baixando Wallpapers)

1) Monte o hardware
Você se lembra daquele computador antigo que você não usa mais e que está acumulando pó desde o ano passado? Hora de revivê-lo e dar um novo trabalho para o bom velhinho. Caso você seja menos apegado e já tenha se livrado da sua máquina anterior, o jeito é montar um PC especialmente para o servidor adquirindo algumas peças que podem ser facilmente encontradas em lojas de artigos de informática. Dar uma conferida em e-commerces de usados também é uma boa pedida (sim, estamos falando do Mercado Livre). Basicamente, você vai precisar de:
Uma placa-mãe (não precisa ser um modelo muito recente);
Um processador de pelo menos 2 GHz ;
No mínimo 512 MB de memória RAM;
Um disco rígido da quantia que você desejar. Que tal 1 TB?
Fazendo uma rápida pesquisa na internet, é possível realizar uma cotação bastante precisa dos gastos desse servidor. Uma placa-mãe razoável gira em torno de R$ 199; um pente de 512 MB de memória RAM pode ser encontrado facilmente por cerca de R$ 80. Caso esteja com o orçamento apertado, opte por um Intel Celeron (cerca de R$ 100) na hora de comprar o processador. Se estiver com um pouquinho mais de grana para investir, opte por um Intel Dual Core E3300 (entre R$ 149 e R$ 199).
Por fim, chegamos ao item mais importante: o disco rígido. Um bom HD Seagate de 1 TB e 7200 RPM pode ser encontrado por pelo menos R$ 220. Se 500 GBs foram o suficiente para você, basta reservar R$ 150 por um drive da mesma marca. Quanto gastamos ao todo? Cerca de R$ 700.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)

2) Instale Linux
Não importa se você é um fã da Microsoft e não consegue se desapegar do clássico sistema operacional Windows: é necessário instalar o Linux para fazer seu servidor funcionar corretamente. Recomendamos que opte pelas distribuições Ubuntu ou Xubuntu. Ambas são completamente gratuitas e razoavelmente leves, não ocupando muito espaço em seu precioso disco rígido.
Instale a ISO gravando-a em um CD/DVD ou através de um pendrive bootável – clique aqui para aprender como fazê-lo, caso ainda não saiba. Importante: para os próximos passos deste tutorial, considere que utilizamos o Ubuntu 12.04 (um dos mais populares) para descrever as ações que você fará. Instalamos o SO em português.

(Fonte da imagem: Reprodução/HiTrend)

3) Limpe o sistema operacional
Qualquer distro Linux vem repleta de softwares adicionais que devem ser desinstalados antes que você prossiga. Utilize o Synaptic (gerenciador de pacotes também incluso nas distribuições) para desinstalar programas como AbiWord, OpenOffice/LibreOffice, Thunderbird, Gaim, GIMP, Firefox, Rhythmbox etc.
Em seguida, cheque se o sistema operacional não possui atualizações disponíveis. Se houver, baixe e instale todas por questões de segurança, garantindo a estabilidade do seu servidor. Por fim, desative o bloqueio de tela (através do menu Configurações do sistema > Brilho e bloqueio).
4) Configure o compartilhamento de arquivos
Tudo pronto, hora de iniciar as configurações e todo o trabalho pesado. Antes de tudo, instale o Samba, o programa que fará seu computador atuar como servidor e permitir o compartilhamento de arquivos em rede. Você pode consegui-lo através do próprio Synaptic (pesquisando novas aplicações e marcando-o para instalação) ou pela Central de Programas do Ubuntu. O app também está disponível no Baixaki.

(Fonte da imagem: Reprodução/iMasters)

Abra o terminal (Painel de controle > Terminal ou hotkey Ctrl+Alt+T) e digite sudo su para entrar no modo root. Será necessário reinserir a sua senha. Entre no diretório de instalação do Samba digitando cd /etc/samba. Escreva nano smb.conf e aperte Enter para iniciar o processo de configuração.
Apague todo o texto do documento (segure as teclas Ctrl+K até deletar tudo) e cole/digite o texto que pode ser encontrado neste link (substituindo “Name” e “Server Name” com o nome de usuário e nome da máquina). Salve o documento (Ctrl+O) e feche-o (Ctrl+X). É necessário especificar uma senha para acessar o Samba; para isto, digite o comando sudo smbpasswd -a. Por fim, reinicie os processos do programa, escrevendo sudo restart smbd e sudo restart nmbd.


5) Adicionando capacidade FTP
Abra o terminal outra vez (novamente: Painel de controle > Terminal ou hotkey Ctrl+Alt+T) e ganhe acesso root de novo (digitando sudo su e inserindo sua senha do SO). Escreva o comando sudo apt-get install proftpd para instalar o software ProFTPD. Quando você for questionado sobre o tipo de servidor que deseja configurar, escolha a opção “Standalone”.
Mude para o diretório de instalação com a mensagem cd /etc/proftpd/. Configure-o digitando o comando sudo nano /etc/proftpd/proftpd.conf. Substitua todo o conteúdo do arquivo que se abre pelo código que pode ser encontrado neste link.
Salve as configurações (Ctrl+O e em seguida Ctrl+X) e reinicie o servidor, inserindo o comando /etc/init.d/proftpd restart.


6) Configure o acesso Shell (SSH)
Ainda no terminal e em modo root, instale o OpenSSH (apt-get install openssh-server) e o VNC Server (sudo apt-get install vnc4server). Configure uma senha para este último aplicativo (digite vncpasswd e insira duas vezes uma senha de 6 caracteres). Crie um comando de login personalizado digitando sudo nano /usr/local/bin/sharex11vnc. Um novo arquivo será aberto e você deve colar/digitar o seguinte conteúdo dentro dele:
#!/bin/sh
x11vnc -nap -bg -many -rfbauth ~/.vnc/passwd -desktop “VNC ${USER}@${HOSTNAME}” \
|grep -Eo “[0-9]{4}”>~/.vnc/port
Calma, ainda não acabou! Defina os direitos do usuário através do comando sudo chmod 755 /usr/local/bin/sharex11vnc. Feche o terminal e permita que o script do VNC Server recém-criado seja iniciado junto ao Linux: percorra o caminho Painel de Controle > Aplicativos de Sessão e clique no botão “Adicionar”. Escreva sharex11vnc nos dois primeiros campos da janela que se abre e dê um “Ok”.
Por fim, ative o login automático de sua conta no Ubuntu (percorrendo o caminho Aplicações > Configurações > Contas de Usuário e marcando a caixa de seleção “Iniciar sessão automaticamente”).


7) Divirta-se!
Finalmente, seu servidor está pronto, com todos os softwares configurados e login automático ativado! Retire todos os componentes inúteis da máquina (mouse, teclado, monitor e até mesmo o leitor/gravador de CD e DVD) e plugue o cabo de internet (não é recomendado utilizar conexão WiFi).
Para se conectar ao seu servidor, você pode usar diversos programas como o PuTTy ou o FileZilla. Na maioria das vezes, tudo o que você precisa fazer é definir o endereço IP do servidor (você deve conferir essa informação antes a partir do PC com Linux), informar a porta (5900) e o destino (localhost:5900).
Lembre-se também de que você pode instalar complementos à vontade de acordo com sua necessidade, como TorrentFlux, Apache, MySQL e phpMyAdmin.

FONTE(S): INTAC

Pwn plug – O maior pesadelo das redes corporativas e da governança em TI

Este é a antiga versão do Pwn plug.  Para alguém desavisado poderia parecer tratar-se de um perfumador de ambientes ou algo do gênero, mas o cabo Ethernet dá a dica de que trata-se de um dispositivo bem mais complexo do que aparenta.

Baseado no SheevaPlug, um kit de desenvolvimento compacto, baseado em um SoC ARM de 1.2 GHz que é capaz de rodar múltiplas distribuições Linux, o Pwn Plug oferece uma forma simples de obter acesso a redes corporativas: basta plugá-lo em qualquer tomada e conseguir um cabo de rede e ele passará a operar como um backdoor; não apenas oferecendo acesso remoto, mas oferecendo inúmeras ferramentas de detecção de vulnerabilidades e scripts pré-carregados para executar ataques furtivos. Em outras palavras, ele é a última coisa que você gostaria de encontrar na sua rede.

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Com esta pequena caixinha um invasor consegue acesso a um sistema diretamente conectado à rede interna rede interna a uma rede corporativa encontrando vulnerabilidades em servidores web ou outro recurso externo com conexão com a rede interna, e ai as coisas se tornam muito simples, já que dentro do perímetro interno a segurança é muito mais relaxada, especialmente a partir da rede cabeada.

Geralmente a preocupação do pessoal da segurança de redes corporativas são a ataques externos como (não revelar credenciais de acesso à rede wireless, bloqueio de redes sociais e demais sites,  não executar programas recebidos via e-mail, etc.) mas podem ser muito ingênuos em relação a ataques de engenharia social. Alguém vestido como um técnico da empresa de luz ou de telefone, dizendo estar realizando algum tipo de checagem na instalação, ou mesmo alguém se fazendo passar por cliente que tivesse a chance de ficar alguns momentos sozinho teria boas chances de conseguir plugar um Pwn plug na rede, abrindo completamente as portas para acesso remoto.

Pwn plug - O maior pesadelo das redes corporativas e da governança em TIPwn plug – O maior pesadelo das redes corporativas e da governança em TI

No modelo básico, o Pwn Plug pode ser acessado via web ou wireless (o que torna necessário instalá-lo próximo a uma janela e estacionar em algum local próximo para captar o sinal) mas na versão Elite ele oferece também um adaptador 3G, que permite acesso diretamente a partir da rede celular.

O kit antigo incluía até mesmo outros cabos e adesivos, que permitem disfarçá-lo de outras formas, como por exemplo uma fonte de impressora:

Pwn plug - O maior pesadelo das redes corporativas e da governança em TI

Entre os scripts disponíveis remotamente está até mesmo um script de limpeza, que remove todos os logs e históricos de comandos, para que, quando eventualmente descoberto, o Pwn Plug não revele nada sobre como foi usado.

 

 

Por enquanto a única real segurança contra o terror que esses dispositivos podem causar é o preço: o modelo Pwn Plug R3 custa USD$995.00

O Hardware do novo modelo do Pwn Plug R3

Pwn plug - O maior pesadelo das redes corporativas e da governança em TI

  • Processor: 1.1GHz dual-core Intel Celeron (2 threads, 64-bit)
  • Memory: 2GB 1600MHz DDR3
  • Disk Storage:32GB mSATA SSD
  • Onboard I/O: 1x Gigabit Ethernet, 3x USB ports, HDMI
  • USB-Ethernet adapter for second Ethernet interface
  • Dimensions: 4.6″ x 4.4″ x 1.5″
  • Weight: 5 lbs
  • Onboard high-gaindual-band 802.11a/b/g/n/ac wireless supporting packet injection & monitor mode(internal antenna)
  • Onboard Bluetooth supporting device scanning & monitor mode (internal antenna)

Recursos do Pwn Plug R3

  • Sleek, portable, quiet, compact, rugged, shippable form factor
  • Intel-based hardware delivers professional-grade performance & reliability
  • Onboard high-gain802.11a/b/g/n/ac wireless supporting packet injection & monitor mode
  • Onboard Bluetooth supporting device scanning & monitor mode
  • Runs Pwnix, a custom Debian distro based on Kali Linux
  • Over 100 OSS-based pentesting tools including Metasploit, SET, Kismet, Aircrack-NG, SSLstrip, Nmap, Hydra, W3af, Scapy, Ettercap, Bluetooth/VoIP/IPv6tools, and more
  • Simple web-based administration and in-product updates with “Pwnie UI“
  • One-click Evil AP & Passive Recon services
  • Persistent reverse-SSH access to your target network
  • 6 unique covert channels for remote access through application-aware firewalls and IPS
  • Supports HTTP proxies, SSH-VPN, & OpenVPN
  • Out-of-band SSH access over 4G/GSM cell networks (with optional GSM adapter accessory)
  • Wired NAC/802.1x/RADIUS bypass capability
  • Unpingable and no listening ports in stealth mode
  • Local console access via HDMI

Fonte: pwnieexpress.com

Costuma jogar no PC? Atenção aos consumos de energia

Apesar dos computadores para jogos corresponderem a apenas 2,5% de todos os computadores pessoais no mundo, estes representam cerca de 20% do consumo mundial de energia e todos os PCs.

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Costuma jogar no PC? Atenção aos consumos de energia

Para se perceber melhor os números, Evan Mills refere que um jogo de computador típico usa 1.400 quilowatts-hora por ano, ou seis vezes mais energia do que um PC típico e 10 vezes mais do que uma consola de jogos (algo como 160 milhões de arcas frigoríficas ou 7 mill milhões de lâmpadas LED que funcionam 3 horas por dia….

…a typical gaming computer uses 1,400 kilowatt-hours per year, or six times more energy than a typical PC and 10 times more than a gaming console.

Imagine that: 25 massive power plants, the kind that power entire cities, running their electricity directly to people playingCounter-Strike and League of Legend. “It’s also like 160 million refrigerators, globally. Or, 7 billion LED light bulbs running 3 hours per day.”

jogos

Jogar não é a mesma coisa que consultar o e-mail ou aceder ao facebook, onde o processador tem um trabalho e consumo mínimo. Jogar num PC implica que o sistema tenha o melhor desempenho, obrigando os CPUs e GPUs a trabalharem a topo.

Segundo revela o estudo, fazendo algumas alterações nos componentes e realizar alguns ajustes na configuração, os jogadores poderiam reduzir o consumo de energia até 75% o que corresponderia a uma poupança na ordem dos 18.000 milhões de dólares por ano até 2020.

Fonte: Motherboard