Erro 429: Envio RE arquivo SEFIP pelo Conectividade Social

Erro :429 – ActiveX componente can’t create object

Erro.JPG

Solução:
 

Bom dia, eu trabalho com manutenção de pc’s e presto serviço pra vários escritórios de contabilidade e sempre me deparei com esse mesmo problema ao trocar o Windows XP pelo Windows 7, depois de muito quebrar a cabeça e revirar a internet, descobri a melhor maneira de consertar esse problema. Lembrando que li muita ajuda informando que depois de alguns ajustes, seria necessário desinstalar e reinstalar os referidos programas e/ou reiniciar o computador. Fiz em varias máquinas sem a necessidade de reinstalar ou reiniciar, vamos a solução:

Se já encontrou erro ao rodar o programa, resolve assim: clique com o botão DIREITO do mouse no ícone da Conectividade Social que está na área de trabalho, vá em propriedades, depois compatibilidade e marque a caixa “executar este programa como administrador”, dê ok e pronto.

 

SOLUÇÃO (erro 429…): o programa “conectividade” precisa está fechado no procedimento abaixo

 

* copie o arquivo “cnsselo.dll” que se encontra na pasta c:/arquivos de programas/caixa/SEFIP ou c:/ programs files/caixa/SEFIP

 

* cole o arquivo “cnsselo.dll” na pasta c:\windows\system32 e tambem cole na pasta “CNS” – onde está instalado a conectividade social, que fica em c:/arquivos de programas/caixa/CNS/ ou c:/ programs files/caixa/CNS/

 

*ainda dentro da pasta “CNS” clique no botão DIREITO do mouse e execute como administrador o seguinte arquivo: “CNSComReg” e boa sorte.

6 coisas que alguém com SSD NÃO deve fazer

Você possivelmente já leu algo sobre os drives de estado sólido, não é mesmo? Sob a sigla SSD (Solid State Drive, em inglês), estes equipamentos surgiram como uma opção mais segura e veloz para os discos rígidos comuns — que contam com partes mecânicas e apresentam mais problemas relacionados à movimentação — e têm ganhado bastante espaço no mercado nestes últimos anos.

Mas, antes de instalar e configurar o SSD, é preciso saber que existem diferenças entre eles e os HDs com os quais já estamos acostumados. Por causa disso, algumas ações não devem ser tomadas com os aparelhos — para aumentar o tempo de vida útil deles e evitar que exista qualquer problema. Ficou curioso? Então confira agora mesmo o que você não deve fazer com um SSD em seu PC.

1. Desfragmentação

Uma das principais diferenças entre os HDs e o SSDs está no modo como os dados são gravados. Enquanto os discos rígidos utilizam pequenas estruturas magnéticas para informar o valor de cada informação, nos drives sólidos isso acontece de uma maneira eletrônica — conseguida graças à energia elétrica armazenada ali. E é por causa disso que desfragmentar um SSD pode ser uma péssima ideia.

Esse método de gravação faz com que os SSDs tenham um número de gravações mais limitado do que acontece nos discos rígidos. Desfragmentar um disco significa realocar arquivos e fazer com que a porção de armazenamento dele seja otimizada — o que resulta em um grande consumo de espaço durante o período da desfragmentação. Ou seja: o processo pode reduzir a vida útil dos equipamentos.

Não bastasse isso, também vale dizer que a desfragmentação é um processo inútil nos computadores com SSD. Isso porque ela foi criada para reagrupar dados espalhados em discos rígidos, para facilitar a leitura em equipamentos desse tipo. Como o SSD não utiliza leitores mecânicos — e sim processos elétricos —, a informação pode ser acessada de qualquer lugar com a mesma rapidez.

2. Limpar áreas vazias

Por muito tempo, consumidores costumaram utilizar ferramentas para “apagar áreas vazias” do disco rígido. Isso permitia que as unidades ganhassem um pouco mais de espaço e ainda evitava que os dados pudessem ser recuperados após a exclusão de arquivos. Mas os sistemas operacionais mais recentes — Windows 7 e superiores, Mac OS X 10.6 e superiores ou Linux baseado em Kernels lançados depois de 2012 — são habilitados com o TRIM.

Isto é uma “notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados”. Esta função faz com que os arquivos deletados do computador sejam realmente excluídos — não ficando disponíveis para restauração com o uso de aplicativos especializados.

Isso tudo significa que “limpar áreas vazias” em um sistema moderno e que utilize SSDs acaba sendo um esforço completamente desnecessário. Além de gastar um tempo sem fins realmente efetivos, o processo ainda pode desgastar o SSD com uma sobrecarga de informações — que também pode causar uma redução na vida útil do dispositivo.

Verifique se o TRIM está ativo

É possível que o seu computador não possua o TRIM ativado por padrão. Para verificar isso você pode usar softwares como o TrimCheck ou então seguir alguns rápidos passos:

  • 1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
  • 2) No prompt de comando, digite o seguinte: “fsutil behavior query DisableDeleteNotify”
  • 3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
  • 4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM: “fsutil behavior set disabledeletenotify 0”

3. Formatação completa

Assim como no caso anterior, aqui trazemos um exemplo de processo desnecessário para os computadores com SSD. Formatar completamente um drive de estado sólido não é uma tarefa muito interessante e isso se aplica por várias razões. Primeiro: apagar arquivos com o modo TRIM faz com que eles sejam realmente excluídos definitivamente. Segundo: isso não fará com que seu computador fique mais veloz. Sem falar que a ação ainda joga fora alguns ciclos de reescritas do dispositivo.

4. Usar Windows XP ou Vista

O Windows XP e o Windows Vista são sistemas operacionais que não possuem suporte para o TRIM. Isso significa que arquivos apagados permanecem disponíveis para a recuperação por meio de aplicativos especializados. Mais do que isso, também existe o fato de que sistemas sem TRIM acabam gerando bastante lentidão após algum tempo de uso.

Em resumo: com o passar do tempo, seu SSD passará a demorar muito para conseguir terminar a escrita de um arquivo. É claro que não é o fim do mundo usar esses outros sistemas operacionais, mas é importante usar alguns softwares de otimização criados pelas próprias fabricantes de drives — evitando problemas relacionados às já mencionadas sobreescritas.

Atenção: não é interessante usar ferramentas alternativas de manutenção, pois isso pode prejudicar ainda mais o desempenho — opte sempre pelas oficiais das fabricantes. O drive de estado sólido sabe gerenciar os dados e cuidar de sua Garbage Collection — um sistema automatizado do gerenciamento da memória disponível — , sendo que a interação do usuário apenas vai prejudicar as configurações determinadas no firmware do componente.

5. Usar toda a capacidade

Essa lição já foi ensinada pelos HDs comuns em outros momentos — quem usa os PCs há mais tempo deve se lembrar do quanto era difícil reservar espaço em computadores que tinham menos de 1 GB para o armazenamento —, mas precisa ser relembrada. É essencial que você nunca preencha toda a capacidade do seu SSD, sempre deixando um espaço de sobra na unidade.

Isso se deve ao fato de que novos arquivos e carregamentos exigem espaço livre para que funcionem corretamente. Logo, sem ele o seu sistema ficará muito lento e apresentando falhas constantes. O site AnandTech afirma que pelo menos 25% do espaço total devem ser mantidos livres para evitar problemas — algo parecido com o que era indicado para os HDs comuns.

6. Realizar escritas constantes

Essa dica é bem importante, mas deve ser melhor aproveitada somente por quem utiliza SSDs em conjunto com HDs comuns. Um dos métodos mais eficientes de fazer com que a vida útil dos drives de estado sólido seja prolongada está em evitar as escritas nele. Ou seja, fazer com que menos arquivos sejam gravados nos drives e os mantendo como unidades de leitura.

As recomendações mais comuns são de que o SSD deve ser usado para a gravação dos arquivos de sistema operacional, softwares, jogos e outros dados que precisam ser acessados frequentemente e com rapidez. Em resumo: grave os arquivos que precisam ser acessados para que a sua utilização se torne mais confortável.

Ao mesmo tempo, não é indicado armazenar arquivos de mídia nos SSDs — uma vez que o espaço seria desperdiçado e o carregamento deles pode ser feito a partir de um HD sem qualquer problema ou lentidão. Ou seja… Nada de salvar o seu filme favorito em 4K nos drives de estado sólido.

Evite arquivos de paginação

Quando a sua memória RAM está toda ocupada, o Windows utiliza um setor do seu HD para fazer com que mais aplicativos e processos possam ser carregados ou mantidos. O problema é que se estivermos falando sobre um computador com SSD, esse setor de memória será sobreescrito com muita frequência e causará danos à estabilidade e à vida útil do equipamento.

Ou seja… Desative a opção de paginação nas configurações do sistema operacional — ou use um disco rígido comum para isso. Se você só possui um SSD, recomenda-se que sua máquina tenha pelo menos 8 GB de RAM para que o sistema não exija a paginação da memória virtual.

…..

Você conhecia essas recomendações? É claro que, se você optar por não segui-las, conseguirá usar o seu computador normalmente — afinal de contas, ele não vai explodir por causa disso. Mesmo assim, vale a pena ficar ligado em tudo isso para fazer com que os seus equipamentos possam ser usados por mais tempo e sem apresentar falhas.

FONTE(S)

  • ANANDTECH
  • HOW TO GEEK
  • LIFE HACKER

Qual a melhor alternativa para o fim do emissor de NFe gratuito da SEFAZ?

Logo SDCXA Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informou que irá descontinuar seus sistemas gratuitos para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte (CT-e). Em dia 1º de Janeiro de 2017, o download do emissor gratuito já não será mais oferecido. A partir desta data, também não serão feitas novas atualizações, o que dificulta a vida de quem já baixou e utiliza o aplicativo.

O jeito é procurar outra alternativa para continuar emitindo NF-e, sem deixar que a sua empresa seja prejudicada ou multada. Felizmente, o objetivo deste post é ajudá-lo com isso. Continue lendo!

Por que o emissor da SEFAZ está com os dias contados?

Uma pesquisa feita pela própria SEFAZ apontou que grande parte dos empresários migrou para outros emissores, mais completos e integrados com outros softwares, e este foi um dos motivos pelos quais a Secretaria optou por descontinuar o sistema.

Ainda assim, a notícia pegou muita gente de surpresa e causou burburinho entre os usuários do emissor de NFe gratuito. Isso porque a emissão de notas fiscais é obrigatória para as empresas (exceto MEI em alguns Estados brasileiros) e o trabalho não pode ser interrompido.

Qual a melhor alternativa para emitir NFe?

A SEFAZ recomendou que seus usuários comecem a procurar outras soluções desde já. Isso porque mesmo quem já tem o sistema instalado em seu computador terá o uso prejudicado caso haja alguma alteração nas regras de validação da NF-e e CT-e a partir de 1º de Janeiro de 2017.

Portanto, a melhor alternativa é buscar outro emissor o quanto antes. Tomar essa iniciativa agora vai facilitar a sua rotina e garantir que você não deixe de cumprir a legislação vigente, algo que pode comprometer até mesmo o orçamento da sua empresa. Uma dica é procurar o seu escritório de contabilidade para indicações de outro sistema para emissão de NF-e.

Depois de tomar a sua decisão, será preciso seguir alguns passos:

1 – Credenciar o seu novo emissor junto à SEFAZ do seu Estado.

Geralmente, este cadastro é bem simples e pode ser feito através do site da Secretaria da Fazenda. Seu contador poderá te orientar melhor sobre este tema.

2 – Conferir a validade do seu Certificado Digital.

O Certificado Digital é essencial para emissão de notas fiscais eletrônicas e você precisará migrá-lo para seu novo sistema. Caso ainda não tenha ou precise renovar este documento, procure uma Certificadora autorizada pela ICP (Autoridade de Chaves Públicas).

3 – Cadastrar as informações da sua empresa no novo emissor.

Para começar a emitir suas notas fiscais eletrônicas com outro software, você precisará preencher as informações da sua empresa, como CNPJ, Inscrição Estadual, Regime Tributário e afins. Isso pode variar de acordo com o emissor, mas a regra geral é a mesma.

Emissor de NF-e da SDCX

A SDCX oferece uma alternativa fácil de usar e de entender para gerar NF-e, NFS-e e NFC-e. O software, chamado SDCX NF-e, não exige instalação no computador do usuário (é online e pode ser acessado de qualquer lugar, através da Internet) e não possui limite para emissão de notas. Em média 5x mais rápido que o emissor gratuito da SEFAZ, o SDCX NF-e ainda faz o cálculo automático de valores e impostos, oferece backup das NFe emitidas por até 5 anos e tem suporte.

Temos ainda todos os Sistemas Alterdata Software

logo alterdata
Parceiros

Quer saber mais sobre o SDCX NF-e? Ligue para 32 98808-4792 ou acesse www.sdcx.com.br e conheça nossos sistemas!

Instalar apps no cartão SD: 5 soluções para problemas frequentes

Recebemos muitas perguntas sobre o tutorial que explica como obrigar o Android a instalar apps no cartão SD. Neste artigo, respondemos as cinco dúvidas mais frequentes relacionadas a este tema.

A mensagem de memória cheia é um dos problemas mais odiados do Android. Felizmente, existe um método bem simples para obrigar o Android a instalar todos os apps no muito mais espaçoso cartão SD.

Este método nem sempre funciona por causa das diferenças que existem entre as configurações do celular e do PC. Por isso, decidi responder aqui às dúvidas mais frequentes dos usuários.

O que é isso de pacote de drivers?

Para que você possa conectar seu celular Android ao PC, é preciso que o Windows o detecte. Para ser detectado com o comando adb devices com sucesso, às vezes falta instalar driversou os controladores de dispositivo do fabricante do celular.

A ferramenta Kies da Samsung já inclui drivers USB para todos os celulares da marca

O mais fácil é instalar as ferramentas com o Samsung Kies, Sony Companion ou LG PC Suite, que já incluem drivers para seus celulares.

Comando pm get-install-location não reconhecido

Os comandos do tutorial são escritos sem hífen quando a versão do Android é inferior à 4.0 (é algo que esquecemos de comentar). Se a versão do Android é superior à 4.0, então os comandos devem ser escritos com hífen:

Para saber qual é a opção de instalação ativada:

adb shell pm get-install-location (Android 4.0 ou versões superiores)

adb shell pm getInstallLocation (Android 2.3 ou versões inferiores)

Para definir o cartão SD como destino preferencial:

adb shell pm setInstallLocation 2 (Android 4.0 ou versões superiores)

adb shell pm set-install-location 2 (Android 2.3 ou versões inferiores)

Para comprovar qual é a sua versão do Android, vá a Ajustes e abra a seção Sobre o telefone. Se é a 2.3, escreva os comandos sem hífen. Se é a 4.0, escreva os comandos com hífen.

Diz que não encontra a rota especificada

As ferramentas de desenvolvimento do Google podem se descomprimir em qualquer pasta. No nosso tutorial, foram colocadas dentro de ‘Arquivos de programa’, mas a sua rota pode ser diferente.

Para que seja mais simples ter acesso a elas, copie todo o conteúdo para a raiz do disco C. Assim, a rota será C:\android-sdk, muito mais simples de abrir.

Aparece mais de um dispositivo ao teclar adb devices

Se você tem mais de um celular Android e quem sabe algum emulador, é normal que, ao escrever o comando adb devices, apareçam vários dispositivos. Se é esse o caso, você tem que adicionar a identificação do celular que quer modificar antes de pôr o comando.

Digamos que, depois de escrever adb devices, você obtém a seguinte lista:

List of devices attachedemulator-5554 device8e1d789c device

Para conectar ao celular, que é o segundo, você tem que adicionar -s seguido por seu código antes do comando. A ordem para trocar a rota do celular ficaria assim:

adb -s 8e1d789c shell pm setInstallLocation 2

Diz que o acesso foi negado ao usar taskkill

Se está tentando fechar um processo que usa a porta 5037 e o Windows nega o acesso, significa que você não tem permissão de Administrador. Quando abrir a linha de comandos, certifique-se que está fazendo assim:

É preciso abrir o Prompt de Comando com a opção Executar como administrador

O processo é reversível?

É claro. Basta seguir as mesmas instruções, mas em lugar de definir a instalação no armazenamento externo (a opção número 2), você pode voltar para a opção padrão (a zero), que deixa que o Android faça essa escolha por conta própria.

Delphi: Como criar um gerenciador para sua rede

Para criarmos um programa que “gerencie” a nossa rede, seja tanto em caso como no trabalho, temos que criar dois programas: um programa servidor, que ficará nas máquinas que queremos controlar; e um programa cliente, que irá rodar na máquina que queremos usar para controlar os outros computadores.

Primeiramente, devemos criar o programa servidor. Nele colocaremos os componentes ClientSocket (Internet) e NMMsgServ (FastNet). Logo após iremos clicar no menu Project/View Source. Nos será mostrado o código base da aplicação. Devemos colocar o seguinte comando após o begin:

Application.ShowMainForm:=False;

Isso serve para que quando a aplicação seja iniciada, ela não mostre o form principal, ficando invisível ao usuário que estará utilizando o computador. Depois, devemos mudar a propriedade Port do componente NMMsgServ para a porta que você quiser, ou deixar com está (6711). Você deve mudar se existir outro programa usando esta porta ou um firewall bloqueando-a. No meu caso, deixei como 6711.

Agora, no evento OnMSG, devemos colocar o que o programa deve fazer quando receber determinada mensagem. Nesse exemplo, ao receber a mensagem “desligar”, ele irá desligar o computador. Colocarei o comando que é usado para desligar o Windows 98, mas você pode perfeitamente colocar aquela procedure que server para desligar qualquer Windows, só não coloco aqui porque ela é muito grande.

if sMsg = “desligar” then
begin
WinExec(“C:\Windows\rundll32.exe user.exe,exitwindows”,sw_hide);
end;

Ou seja, quando a mensagem “desligar” for enviada para o programa ele irá desligar o Windows 98. Você pode fazer isso e colocar um else depois e fazer com que o programa aceite outros comandos, como por exemplo:

if sMsg = “desligar” then
begin
WinExec(“C:\Windows\rundll32.exe user.exe,exitwindows”,sw_hide);
end
else
if sMsg = “monitor” then
begin
DesligaMonitor(True);
end;

Então ele irá desligar o monitor quando receber a mensagem “monitor”. Claro que do jeito que está neste exemplo, a procedure DesligaMonitor deve estar declarada antes.

Depois de colocar todas as suas funções e procedures, você pode colocar no evento OnCreate do form, um procedure que coloque seu programa no registro para iniciar junto com o Windows ou pode colocar ele como uma tarefa agendada do Windows, para que ele inicie com o Windows.

Agora, temos que criar o programa cliente, para que possamos gerenciar nossos computadores. Crie uma nova aplicação, com os componentes ClientSocket (Internet) e NMMsg (FastNet). Não esqueça de mudar a porta para a que você configurou no servidor. Se você não mudou no servidor, também não precisa mudar no cliente, pois já vai estar com 6711. Agora, coloque um Edit, um Label e um Button. No Caption do Label, coloque “Host” e no Caption do Button coloque “Conectar”. No botão Conectar, coloque o seguinte código:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
comp:string;
begin
comp:=Edit1.Text;
NMMsg1.Host:=comp;
try
NMMsg1.Connect;
ShowMessage(“Conectado.”);
except
ShowMessage(“Erro ao Conectar.”);
end;
end;

Para funcionar, você deve colocar o IP ou o nome de Host do computador que quer controlar e depois clicar em “Conectar”. Se a conexão for possível, irá aparecer uma mensagem dizendo “Conectado”, caso contrário irá dar erro. Agora estou conectado e daí? Agora, vamos colocar um outro botão e alterar o seu Caption para “Desligar”. No código do botão, coloque:

if NMMsg1.Connected=True then
NMMsg1.Disconnect;
NMMsg1.PostIt(“desligar”);
NMMsg1.Connect;

Ou seja, quando você conectar e clicar em “desligar”, o computador a que você está conectado irá desligar. Podemos colocar outro botão com o código e trocar o “desligar” por “monitor”, então o monitor do computador seria desligado.

Outra coisa interessante é que podemos fazer um cliente mais aperfeiçoado, por exemplo, que mande estes comandos para uma faixa de IPs e assim, desligar vários computadores ou desligar os monitores de todos eles. Isso é interessante em empresas ou até mesmo em casa quando se quer enconomizar um pouco de energia e configurar o programa para que mande o comando de desligar o monitor para todos os computadores na rede ao meio-dia, para economizar na energia gasta por eles e configurar para que no fim no expediente (as 7:00 por exemplo), ele mande o comando de desligar o computador para os PCs da rede, evitando que algum fique ligado e que alguém tenha que ver se todos estão desligados, poupando energia e esforços.

Logo SDCX

Como instalar ou mover aplicativos para o cartão SD no Android 2.2 Froyo

 O sistema operacional Android, até a versão 2.1 (Eclair), permitia apenas a instalação de novos aplicativos diretamente na memória interna do aparelho, o que se tornou um ponto negativo nos telefones com pouco espaço de armazenamento (além de afetar o processamento geral). Se você tem um Android com 160Mb de memória interna sabe do que estamos falando.
Eis então que a Google lançou a versão do 2.2 do Android (Froyo), trazendo uma das funcionalidades mais esperadas – a possibilidade de instalar aplicativos diretamente no cartão SD.
Contudo, muitos usuários ainda têm dúvidas de como usar esse recurso. Primeiro porque não é uma funcionalidade simples de se acessar e, segundo, por essa opção não funcionar para todos os apps, já que alguns deles não possuem, em sua configuração nativa, a possibilidade de rodar pelo cartão SD.
Para seus aplicativos já instalados no Android, existe a opção de movê-los manualmente para o cartão SD. Entretanto, é preciso ficar atento a aplicativos que não funcionam bem no cartão de memória, como os que possuem widget’s, ou os que rodam em background (Gmail, Facebook, Twitter, entre outros). Esses aplicativos, quando movidos ou instalados no cartão SD, podem demorar um pouco mais na sua inicialização, tendo visto que é preciso um tempo para o sistema ler o cartão de memória.
Para isso, o TechTudo trouxe pra você a solução: uma forma de forçar a instalação de qualquer app no cartão SD, de maneira segura. Siga os passos abaixo:
Aprendendo a mover seus apps
Passo 1. Clique no Menu de seu smartphone e acesse “Configurações”. Em seguida, clique em “Aplicações”, depois em “Gerenciar aplicações”. Escolha o aplicativo que deseja mover e clique em “Mover para cartão SD”. Pronto o aplicativo será movido;
Passo 2. Caso queira mover o aplicativo de volta para o telefone, repita o passo 1, mas, no lugar de clicar em “Mover para cartão SD”, clique em “Mover para telefone”;
Aprendendo a instalar seus aplicativos diretamente no cartão SD
Passo 3. Alguns apps não possuem a opção “Mover para SD” disponível. Para resolver este problema, instale no seu computador o Android SDK . Clique na opção “Recommended”, faça o download e depois instale o SDK. Caso seja necessário instalar o JAVA SE, faça-o;
Passo 4. No seu smartphone, clique no Menu e acesse “Configurações”. Em seguida, clique em “Aplicações”, depois em “Desenvolvimento”. Para ativar o modo depuração USB, marque a opção “Depuração USB” e confirme, clicando em “OK”;
Passo 5. No computador, após instalado o arquivo, localize o caminho de instalação, que normalmente é no diretório C:\Program Files\Android\android-sdk
Passo 6. Após localizar o caminho, clique com o botão direito do mouse sobre a pasta “platform-tools”. Pressione a tecla “Shift” e clique em “Abrir janela de comando aqui”. Ou, de uma forma mais simples, clique no “Menu Iniciar”, depois em “Executar”. Digite cmd e clique “Enter”. Em seguida, digite:
CD C:\Program Files\Android\android-sdk\platform-tools
…e clique em “Enter”;
Passo 7. A janela de prompt de comando do Windows iniciará na pasta “Platform-tools”. Em seguida, digite abd.exe e clique “Enter”;
Passo 8. Na mesma tela de comando, digite adb Shell e clique “Enter”;
Ativando instalação automatica no cartão (Foto: Divulgação)Ativando instalação automática no cartãoPasso 9. Para dar continuidade ao processo e habilitar a instalação de novos aplicativos no cartão de memória, abaixo de “daemon started successfully”, digite:
pm setInstallLocation 2
…e clique novamente em ”Enter”;
Passo 10. Pronto! Todos os novos aplicativos que você instalar no Android serão armazenados no cartão SD. Para mover os aplicativos anteriormente instalados, repita o passo 1. Caso esta opção continue indisponível, é preciso desinstalar, e depois instalá-lo novamente. O aplicativo automaticamente será instalado no cartão SD.
Desinstalando a funcionalidade
Passo 11. Caso perceba que algum aplicativo não esteja funcionando bem no cartão de memória, basta voltar ao padrão. Para isso, acesse a opção “Gerenciar aplicativos”, nas configurações do seu smartphone. Escolha o aplicativo que você deseja que volte ao padrão e clique em “Mover para memória”. E pronto! O aplicativo será movido;
Passo 12. Mas se você quiser tornar a instalar seus aplicativos na memória do aparelho com o Android SDK instalado no seu computador, repita os passos 3, 4, 5, 6 e 7;
Passo 13. Em seguida, abaixo de “daemon started successfully”, digite:
pm setInstallLocation 0
…e clique novamente em “Enter” para desabilitar a instalação de novos aplicativos no cartão de memória.
A opção de instalar ou mover aplicativos diretamente para o cartão SD funciona perfeitamente em aplicativos de jogos, como Angry Birds, por exemplo, ou em aplicativos de gerenciamento de tarefas, entre outros que não rodam em background.

Como recuperar o boot (MBR) do Windows 7

Quando um sistema operacional é instalado após o Windows, o novo sistema pode sobrescrever os arquivos de inicialização do SO da Microsoft. Distribuições Linux, por exemplo, podem instalar o GRUB na MBR, para que seja possível um dual boot entre o Windows e o Linux, considerando que o gerenciador de boot padrão do Windows não suporta outros sistemas operacionais sem o uso de gambiarras.

Mas, e se eu quiser remover o Linux do computador? A operação seria fácil: utiliza-se um editor de partições, como o EASEUS Partition Master, o conhecido Partition Magic ou o próprio editor do Windows, e então basta deletar as partições do Linux. O problema vem quando você tenta iniciar o Windows novamente. A máquina simplesmente não vai bootar, acusando um “GRUB loading error”.

Na época do Windows XP, era relativamente fácil recuperar o boot: inicie o CD de instalação, tecle R para entrar no console de recuperação, selecione a instalação do Windows que deseja recuperar e rode fixboot e fixmbr. Mas, no caso do Windows 7, esses dois “comandos mágicos” não funcionam mais. A Microsoft resolveu colocar, no DVD de instalação do Windows 7, um utilitário de “Correção de inicialização”, que nem sempre funcionará (e, dessa vez, não funcionou na minha máquina). Quando ele não funcionar, o que fazer? Simples! Aqui vai um passo a passo detalhado de como recuperar a inicialização do Windows 7:

1. Inicie o DVD de instalação do Windows 7, selecione o idioma, formato de hora e layout de teclado de acordo com suas preferências:

Início do assistente de instalação

2. Na próxima tela, clique na opção Reparar o computador:

Clique na opção reparar o computador.

3. O assistente de recuperação buscará por instalações existentes do Windows 7. Depois de concluída a busca, selecione a instalação desejada e clique em Avançar:

Procurando por instalações do Windows...

Selecione o SO e clique em Avançar.

4. Clique em Prompt de comando. Uma janela será aberta:

Clique em Prompt de comando.

5. Digite o comando bootsect /nt60 ALL /force /mbr e dê Enter. Espere o Windows processar tudo. Depois, basta fechar a janela e reiniciar o micro. Pronto! O programa bootsect.exe forçará (/force) uma sobrescrita do MBR (/mbr) de todas as partições (ALL) com um código compatível com o Windows 7 (/nt60).

Digite o comando e dê Enter.

Extra: segundo Claytonet, uma maneira mais “XP-like” de fazer isso seria usando os comandos BootRec.exe /fixboot e BootRec.exe /fixmbr. Se você não quiser digitar o comando enorme acima, vale a pena tentar.

Fonte guiadopc.com.br

Link2Sd – Transfira seus Apps para o cartão de memória

Uma das restrições que encontramos em nossos X10 Mini Pro é a pouca quantidade de memória interna. Instalamos alguns apps e pronto! A memória está cheia. Para contornarmos isso existe a opção de instalação dos apps diretamente no cartão SD, coisa que o Android 2.2 (Froyo) já faz por Default. Confesso que um dos motivos que me fez fazer root no meu mini pro foi justamente a intenção de contornar este problema, no entanto, após rotear o celular notei que para usar o app App2Sd teria que fazer uma série de modificações como instalar uma nova Rom, atualizar o OS, limpar todo conteúdo do cartão de memória, utilizar comandos via ADB e outras modificações que demandariam muito trabalho e riscos. Segue aqui um pequeno tutorial de como fazer este procedimento usando o Aplicativo chamado Link2SD.

O que o Link2SD faz ?

Como o próprio nome sugere, o aplicativo transfere os apps para o cartão de memória criando um Link no sistema Android. Assim o Android apenas guardará no seu sistema uma referência ao app e não o próprio app, consumindo assim um espaço infinitamente menor na sua memória interna.

O procedimento é arriscado ?

De forma alguma, basta um aparelho rooteado. Não envolve conhecimentos avançados, nem instalação de novas ROM’s

Qual o ganho de memória esperado ?

Imagem Postada

No meu caso estava com alguns poucos e básicos apps instalados no X10 mini pro e o Android já estava acusando “pouca memória interna” coisa que ele faz quando chagamos a apenas 20mb de memória livre. Após a configuração do Link2SD minha memória livre chegou a espantosos 120mb, hoje tenho mais de 200 app instalados (fora os de sistema) e ainda me sobram 63mb de memória livre. Ou seja, compensa e muito.

Vamos a configuração:

1) Primeiramente faça Backup de todo conteúdo do seu cartão SD. Este procedimento é bem símples, basta conectar o celular via USB selecionar “montar cartão SD” no aparelho. Abra o drive do cartão pelo explorer do windows. Vá em “ferramentas” “opções de pastas” “modo de exibição” e selecione “mostrar pastas e arquivos ocultos” agora crie uma pasta no seu Desktop e copie todo conteúdo do cartão de memória para a mesma. Feito isso, pode desmontar o cartão SD e desconectar o Cel.

2)Formatando e particionando o cartão de memória.

A) Precisamos agora criar uma nova partição em nosso cartão SD e para isso utilizaremos o programa MiniTool Partition Wizard 5.2. Baixe o programa e instale no seu PC / Notebbok.

B-) No seu celular você deve entrar em “configurações” “aplicativos” “desenvolvimento” selecione as opções “Depuração USB” e “Permitir locais Fictícios” Agora pode conectar o cel. novamente no PC e montar o cartão SD.

C) Feito isso vamos agora trabalhar com o MiniTool Partition Wizard (você pode encontrar o programa “free” facilmente pela net)

Abra o MiniTool, deve aparecer a imagem seguinte:

C1) Disk 2 representa o seu cartão de memória, nós vamos deletar esta partição e criar duas novas. (desconsidere o tamanho das partições mostradas nas imagens pois servem apenas a título de exemplo)

Imagem Postada

C2) Agora clique com o botão direito do mouse na parte cinza “unallocated” e crie uma nova partição

Imagem Postada

C3) Escolha as opções Primary e FAT32, com o mouse escolha o tamanho da partição. o que sobrar irá ser a partição do Link2SD. Ou seja, neste passo o tamanho da partição vai variar de acordo com o tamanho do seu cartão de memória. Notem na minha primeira imagem (qual o ganho de memória esperado?) que como possuo o cartão original que acompanha o cel. 4Gb formatei da seguinte maneira. SD Card 3.18Gb deixando o restante para a segunda partição, no meu caso, Sd card 2nd pat 501Mb.

Imagem Postada

C4) Agora vamos criar outra nova partição, no caso uma partição Ext2. Clique com o direito novamente em “Unallocated” e clique em create.

Imagem Postada

C5) Agora escolha Primary e Ext2, essa será a partição do Link2Sd. No meu caso criei uma partição com 501Mb que foi o espaço sobrado no meu cartão SD.

Imagem Postada

C6) Por fim clique em Aplly no canto esquerdo superior.

Imagem Postada

C7) Agora desmonte o cartão SD, desconecte o celular e reinicie o mesmo (não esqueça, tem que reiniciar o cel).

2) Trabalhando com o Link2SD

Imagem Postada

2-1) Na tela inicial do aplicativo entre nas configurações e selecione “Filter”

Imagem Postada

2-2) Selecionando como na imagem a seguir o app apresentará uma lista de todos os apps instalados no seu cel com exceção dos apps do sistema.

Imagem Postada

2-3) Clicando em qualquer app listado deve aparecer a imagem seguinte. Você deve clicar em “Create Link” e a partir daí, caso apareçam outras mensagens é só ir dando ok.

Imagem Postada

2-4) Refaça novamente o procedimento para ir passando outros apps para o cartão de memória.

2-5) Depois de terminado o procedimento você deve clicar em “Storage Info” para visualizar como ficaram distribuídos os seus apps dentro do cartão e memória interna do Cel.

Imagem Postada

2-6) Agora você tem que reiniciar o Cel. caso contrário os seus apps não vão aparecer na sua lista de app padrão do seu Android. Caso você esteja usando apps que utilizam Widget, provavelmente você terá que adicioná-los novamente na sua tela inicial.

Está pronto! Agora você tem bastante espaço livre para instalar o que quiser. Lembre-se que a medida que for instalando novos app você terá que fazer o procedimento novamente para direcionar o novo app para o cartão de memória. Espero que tenha ajudado a todos.

Esqueceu a senha de Administrador do Windows 7?

Esqueceu a senha de Administrador do Windows? Saiba trocar

Descubra como mudar a senha da conta Administrador (Foto: reprodução/Edivaldo Brito)Descubra como mudar a senha da conta Administrador

É importante lembrar que o que será mostrado nesse tutorial deve ser usado unicamente para a modificação de senha. Além disso, apesar de ser focado no Windows 7, o procedimento a seguir pode muito bem ser feito em versões anteriores ou mais atuais do sistema.

Passo 1. Inicialize o computador usando o disco de instalação do Windows. Quando aparecer a mensagem “Press any key to boot from CD or DVD..” ou “Pressione qualquer tecla para iniciar a partir do CD ou DVD..”,  pressione rapidamente qualquer tecla para o sistema iniciar pela mídia de instalação do Windows;

Pressionando uma tecla para iniciar pela mídia de instalação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito) (Foto: Pressionando uma tecla para iniciar pela mídia de instalação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito))Pressionando uma tecla para iniciar pela mídia de instalação

Passo 2. Na primeira tela, clique na opção “Meu idioma é português (Brasil)” ou outra língua que você queira usar;

Escolhendo o idioma a ser usado pelo instalador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo o idioma a ser usado pelo instalador

Passo 3. Em seguida, escolha as opções de localização (idioma, formatos e layout de teclado). Depois, clique no botão “Avançar”;

Escolhendo algumas opções de localização do Windows 7 (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo algumas opções de localização do Windows 7

Passo 4. Na próxima tela, apenas clique na opção “Reparar o computador”;

Iniciando a reparação do Windows (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando a reparação do Windows

Passo 5. Aguarde o instalador localizar as informações. Quando a tela “System Recovery Options” estiver disponível, clique no botão “Load Drivers”. Na pequena tela que aparece, clique no botão “OK”, para continuar o processo;

Utilizando a opção Load Drivers para acessar os arquivos do Windows (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Utilizando a opção “Load Drivers” para acessar os arquivos do Windows

Passo 6. Na janela “Abrir”, vá até a pasta /Windows/System32/ e procure pelo aplicativo Utilman. Ao encontrá-lo, clique nele e pressione a tecla F2. Mude o nome do aplicativo para Utilman2 e tecle enter para confirmar;

Renomeando o aplicativo Utilman (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Renomeando o aplicativo Utilman
Passo 7. A seguir, procure pelo programa Cmd. Ao localizá-lo, clique nele e pressione a tecla F2. Mude o nome do aplicativo para Utilman e tecle enter para confirmar;
Renomeando o aplicativo Cmd (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Renomeando o aplicativo Cmd

Passo 8. Depois disso, apenas reinicie o computador e deixe o sistema iniciar sem usar o disco de instalação (por precaução, retire o disco da unidade, assim que começara reiniciar);

Passo 9. Caso a conta Administrador não apareça na tela de login, isso significa que ela está desativada. Para resolver isso, clique no ícone azul e circular, que fica no canto inferior esquerdo da tela;

Tela de login do Windows sem a conta Administrador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Tela de login do Windows sem a conta Administrador

Passo 10. Será exibida a tela do Prompt de comando com privilégios de administrador. Nessa tela, digite o comando <code>net user Administrador /active:yes</code> e tecle enter;

Ativando a conta Administrador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Ativando a conta Administrador

Passo 11. Para visualizar o resultado da mudança, clique no ícone de desligamento e depois na opção “Reiniciar”;

Reiniciando o Windows (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Reiniciando o Windows 

Passo 12. Com a conta Administrador na tela, clique no ícone que fica no canto inferior esquerdo para Abrir o Prompt de comando;

Tela de login com a conta de Administrador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Tela de login com a conta de Administrador 

Passo 13. Na tela do Prompt de comando, digite o comando <code>net user Administrador novasenha</code> (substitua novasenha pela senha que você quer usar) e tecle enter. Feche a janela para voltar para a tela de login;

Mudando a senha da conta Administrador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Mudando a senha da conta Administrador

Pronto! A partir desse momento você já pode acessar usando a conta Administrador e a nova senha. Aproveite e vá para a pasta /Windows/System32/ e desfaça o sexto e o sétimo passo, para não deixar seu sistema vulnerável.

Confira os lançamentos incríveis da Gigabyte na Computex 2016

 

Gigabyte Computex

A Computex está sendo realizada nessa semana em Taipei e as novidades não param de aparecer. A bola da vez está com a Gigabyte, que apresentou uma série de novidades para gamers e demais usuários que exigem o melhor no que diz respeito a gráficos. Além disso, ela também anunciou um novo notebook extremamente fino e placas-mãe para servidores.

PC pequenininho

Uma das novidades é o Mini PC Brix UHD Gaming, que vem com processador Intel Core i7 “Skylake-U” e placa de vídeo Nvidia GeForce GTX 950. Esse computador pra lá de compacto tem apenas 22 cm de altura, 11cm de largura e 11cm de profundidade, mas consegue ter um enorme desempenho, sendo capaz de rodar a maioria dos games atuais na máxima qualidade e resolução 1080p.

Mini PC Brix UHD Gaming

Ele consegue reproduzir conteúdos 4K graças a suas 3 mini DisplayPort e à conexão HDMI. Além disso, o mini PC também tem 3 portas USB 3.1, uma porta USB 3.1 Tipo-C e uma USB 3.1 Tipo-A. Ah, vale citar que essa máquina não conta com nenhuma unidade de armazenamento de fábrica, então o usuário fica responsável por comprar um SSD de 2.5 polegadas, bem como 2 módulos de memória DIMM DDR4.

Placas-mãe Ultra Gaming

A companhia também anunciou uma grande novidade para os amantes dos jogos eletrônicos: as placas-mãe da linha Ultra Gaming, compatíveis com as plataformas Intel X99 e Z170

X99 Ultra Gaming O modelo X99 Ultra Gaming “traz o melhor do chipset X99 da Intel para uma placa-mãe que está pronta para os jogos mais procurados do mercado”, segundo a Gigabyte. Essa motherboard é perfeita para os usuários que desejam montar um PC para games em realidade virtual ou em 4K.  Z170-X Ultra GamingJá o modelo Z170-X Ultra Gaming funciona com qualquer CPU da 6ª geração da Intel, e também traz conectores U.2 e suportes multi-gráficos. E para os gamers que curtem customizar gabinetes com LEDs, ambas as placas têm pin-headers para fitas de LED e oferecem o “Ambient LED Application”, que permite ao usuário controlar não somente as cores do LED, como também a frequência da iluminação pela batida da música.

Linha Xtreme Gaming

Para acompanhar o lançamento da GeForce GPU GTX 1080, da Nvidia, a Gigabyte está  lançando uma nova linha de PCs para gamers chamada Xtreme Gaming, com uma linha de produtos completa incluindo periféricos desde coolers até mousepads. Com esse lançamento, a companhia espera “otimizar a experiência em realidade virtual”, mas ainda não entrou em detalhes específicos sobre o uso de VR nessa nova máquina.   Xtreme GamingEntre os acessórios que compõem a linha, estão a fonte XP1200M, que é uma fonte modular high-end com 1.200W de capacidade e selo 80+ Platinum; o teclado XK700, mecânico e com backlighting RGB completamente customizável contando com rollover N-key; o mouse XM300, que vem equipado com micro switches OMRON, sensor óptico ajustável e com longevidade de até 20 milhões de clicks; o headset XH300, com unidades de 50mm e microfone unidirecional; e os gabinetes XC700 e XC300, com suporte a multi-GPU e configurações que permitem a inclusão de refrigeração líquida ou a ar.

Notebook colorido e ultra-fino

Aero14Com apenas 19,9 milímetros de espessura, o Aero 14 combina a leveza de apenas 1,89kg com hardware de ponta. Sua tela IPS tem 14 polegadas com resolução QHD (2560×1440), e, por dentro, ele vem com um processador Core i7 da sexta geração, até 32GB de memória DDR4 e placa de vídeo Nvidia que pode ser uma GTX 970M ou a GTX 965M. Aero14Além disso, ele também tem SSD M.2, saídas de vídeo HDMI 2.0 e mini-DisplayPort, e sua bateria de 94,23 Wh tem capacidade de durar até um dia inteiro de uso intenso, segundo a Gigabyte.

Placas-mãe para o mercado profissional

Pensando em servidores, a fabricante lançou também as motherboards MW70-3S0 e MW70-SV0, compatíveis com o processador Xeon V3/V4 lançado pela Intel também na Computex. Ambas as placas-mãe são compatíveis com memória DDR4 e têm espaço para até três chips gráficos da Nvidia. placa-mãe servidor Gigabyte

Além desses dois modelos, a Gigabyte também anunciou a MW21-SE0, uma opção mais barata que é compatível com o Xeon E3 V5, e a MB10-DS0, uma mini-ITX que funciona com o Xeon D-1541 de oito núcleos e aguenta até 4GB de memória DDR4.

Via: Digital Trends