Trocando Placa Mãe do PC sem precisar Formatar (Reinstalar Windows)

As vezes quando trocamos a placa-mãe de um pc e o chipset ou processador são diferentes da placa-mãe original o windows retorna uma tela azul da morte com o código de erro 0x0000007b

Esse erro é se refere ao driver da controladora do HD que é diferente entre a placa original e a placa nova.

A solução pro problema é bem simples:

1- Trocando a placa mãe sem precisar formatar (Windows 7)

Antes de mais nada, faça um backup dos seus documentos, porque o seguro morreu de velho. Tenha em mãos os drivers da placa mãe nova, você irá precisar após o procedimento, se não tiver o CD, baixe no fabricante pelo menos o driver da placa de rede, para assim poder ter acesso a internet e baixar os drivers que faltarem.

  1. Execute o Prompt de Comando (cmd.exe) como administrador
  2. Execute o seguinte comando %windir%\System32\Sysprep\Sysprep.exe
  3. Selecione “entrar na configuração inicial pelo Usuario do Sistema (OOBE), marque a opção “Generalizar” e seecione “Desligar”
  4. Troque a placa mãe, ou passe o HD para o novo PC.

sysprep

Essa operação vai demorar um pouco dependendo do computador. Feito isso, o computador vai generalizar a instalação atual do windows 7, de modo que seja aceito em qualquer outro hardware. Depois de passar pra placa mãe nova ou pra outro computador, os novos drivers deverão ser instalados.

2 – Usando o Hiren’s Boot CD entre no Mini Windows

Depois nas ferramentas abra o “Registry -> “Fix hard disk controller (fix_hdc.cmd)” que fica no system tray do sistema.

hiren-fixhdc-menu

Esse utilitário limpa o driver atual do sistema e instala o driver genérico de controladora de HD.

 

hiren-fixhdc-window

Aperte T para selecionar o caminho atual da instalação do Windows (c:\windows ou d:\windows).

Depois pressione M para atualizar o driver do controlador de HD

3 – Eu criei um script para preparar o windows para receber outra placa-mãe, processador ou chipset sem precisar formatar o windows.

Basta salvar o trecho de código abaixo em um arquivo com a extensão .bat

@echo off
echo Script que prepara o Windows para receber outra placa-mae, processador e/ou chipset sem precisar formatar.

SET /P ANSWER=Tem certeza que deseja continuar (S/N)?
if /i {%ANSWER%}=={s} (goto :yes)
if /i {%ANSWER%}=={sim} (goto :yes)
goto :no

:yes
echo Aguarde o computador desligar…
echo Quando o computador desligar, instale o HD no novo computador.
%windir%\System32\Sysprep\Sysprep.exe /oobe /shutdown /generalize
exit /b 0

:no
exit /b 1

4 – Para quem ta com esse problema que aparece a mensagem “A instalação está iniciando os serviços”, em seguida abre uma janela dizendo “O Windows não pôde concluir a instalação. Para instalar o Windows neste computador, reinicie a instalação”..

Para resolver ta um pouco complicado mais tem solução, tive esse problema fiquei horas pesquisando e não achei na net então decidir fazer varias tentativas até que achei, vai ai o passo a passo:

1° voce tem q ter um cd do windows 7 e da o boot por ele, va até a parte de recuperação onde tem prompt de comando.
2° No prompt de comando voce tem q achar sua unidade, no meu caso foi E:\
3° ai voce da o comando ( cd e:\windows\system32 ) lembrando que E: refere a sua unidade do system, enter
4° digita rename sethc.exe sethc.old, enter
5° depois digita copy cmd.exe sethc.exe, enter
6º reinicia a maquina normal, logo apos aparecer o erro voce fica apertando shift por 5 vezes, ai vai abrir o prompt.
7° no prompt voce digita cd c:\windows\system32\oobe, enter
8° E depois digite o comando> Msoobe, enter
9º ai vai funcionar normal .. só vc fazer as configurações básicas e reiniciar.

obs: caso não apareça seus arquivos não desespere, vá na unidade e na pasta do usuário q vai ta tudo la …

caso não esteja bem explicado, pode deixar comentário

Pronto!

Só reiniciar e testar, comigo funcionou!

Adicionar impressora Epson LX-300 no Windows 7 x64 (64 bits)

O Windows 7 não possui um driver específico para a impressora Epson lx-300 primeira versão, possui somente os drivers para as versões lx-300+ e lx-300+ II e mais recentes, no entanto a microsoft disponibiliza um driver genérico que pode ser usado como alternativa para todas as versões mais antigas dessas impressoras matriciais da Epson, que é o EPSON LX Series 1 (80)

O procedimento de instalação é bastante simples como descrito abaixo:

1 – Conecte sua impressora ao computador;
2 – Menu Iniciar-> Dispositivos e Impressoras -> Adicionar Impressora -> Adicionar uma Impressora Local -> Usar porta existente: LPT1 -> Avançar ;
3 – Escolha o Fabricante: Epson -> Impressora: EPSON LX Series 1 (80);
4 – Escolha um Nome para a impressora e Finalize.

Ao final temos a impressora EPSON LX SERIES 1 (80) adicionada equivalente a LX-300.

Um tutorial detalhado pode ser encontrado no seguinte link!

Fonte: http://www.w7forums.com/epson-lx-300-printer-driver-windows-7-64-bit-t6079.html

Espero ter ajudado!

Rodando aplicações 16 bit no Windows 10

Muitas aplicações apresentam o erro de NTVDM ao rodarem no Windows 10, mesmo quando o sistema operacional é 32 bit.

Command Prompt – Shotcut – edit
NTVDM has encountered a System Error
A devide attached to the system is not functioning.
Choose ‘Close’ to terminate the application.

w10-error

Solução:
– Abra o “Command prompt”
– Clique com o botão direito na barra da Janela e selecione “Propriedades”
Selecione opção “Use legacy console (require relauch)” ou “Usar console herdado (requer reinicialização)”
– Feche e reabra o aplicativo

Solucionando Erro 429 ActiveX ao Enviar RE SEFIP CNS

Usuários de sistemas Windows 7/8 64 bits tem recebido o erro Arquivo inválido. Erro :429 – ActiveX component can’t create object ao tentar enviar arquivos pelo programa Conectividade Social da Caixa

1

 

A solução é bastante simples, basta copiar o arquivo cnsselo.dll da pasta c:\Arquivos de programas (x86)\caixa\sefip para a pasta c:\Arquivos de programas (x86)\caixa\cns
e executar o utilitário CNSComReg.exe para registrar a nova DLL

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Demoex Democracia Experimental

Democracia experimental (Demoex[1], um partido político sueco local, é uma experiência em democracia direta eletrônica, com votações pela internet, que teve início durante um seminário denominado “TI – Tecnologia da Informação e a Democracia” realizado em Outubro de 2000 numa escola de Vallentuna, um subúrbio de Estocolmo [2].

Uma das razões de sua criação, além do desencanto generalizado com os políticos tradicionais, foi o fato de que na democracia representativa a opinião do Povo só é consultada uma vez a cada quatro anos. E após serem eleitos, os políticos tradicionais podem agir praticamente como bem entenderem até a próxima eleição [3]

As discussões que se iniciaram naquele seminário, tanto online como na vida real, levaram um grupo de estudantes e professores a fundar um partido político Demoex, sem ideologia (no significado direita-esquerda), sem plataforma, e sem sede física, e que só tinha uma promessa: a democracia direta. Esse partido concorreu às eleições municipais em Setembro de 2002, e obteve um único assento na câmara municipal de Vallentuna. Actualmente o sistema opera de forma que o representante eleito para a câmara vote de acordo com os resultados das votações online feitas pelos membros do partido.

Resultado de imagem para Demoex

Representação na câmara municipal de Vallentuna

A estudante Parisa Molagholi, então com dezenove anos, foi eleita em 4 de novembro de 2002 (com 1,7% dos votos) para a câmara municipal da cidade de Vallentuna (um subúrbio de Estocolmo), e tem causado espanto aos políticos tradicionais nos últimos anos. Molagholi, que foi reeleita em 2006 com 2,9% dos votos, é a representante do Demoex, um grupo de jovens que criou uma maneira inteiramente nova de participação na política. Molagholi não vota de acordo com suas convicções, nem de acordo com as instruções de seu partido: seu voto oficial na câmara municipal depende do resultado de uma votação online, que é realizada previamente no website do Demoex. Qualquer residente de Vallentuna que tenha completado 16 anos pode se registrar no site, e participar das votações; qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, pode participar dos debates (se souber escrever em sueco).

Ideologia

Embora Demoex não assuma nenhuma posição política, ele defende uma única ideologia: ampliar a democracia nas sociedades. Demoex sustenta que a atual tecnologiadisponível já superou a política e pretende, através do uso da tecnologia da informação, criar o que se denominou de democracia líquida.

Qual é a profundidade da democracia

Adotemos uma simples análise: o número de decisões democráticas multiplicado pelo número de votantes. Em Vallentuna 20.000 eleitores votam nas eleições municipais a cada quatro anos, e 41 pessoas votam – em seu nome – outras 100 vezes/ano nos diversos temas em discussão. Em conjunto isso representa 9000 votos/ano. Agora suponhamos que, com o uso do Demoex, 60 temas sejam votados num ano, e que 1500 participantes votem em todos eles. Teríamos então 90.000 votos/ano, ou seja, dez vezes mais !

Sociedade aberta

ideologia do Demoex fundamenta-se nos princípios enumerados por Karl Popper e Henri Bergson sobre a sociedade aberta; isto é, uma visão da sociedade construída sob os princípios do acesso público às informações oficiais, em outras palavras, na “transparência”Demoex luta pela maior facilidade de acesso e de compartilhamento na política.

Distribuição estatística

Demoex usa a distribuição estatística. Isso significa que seu representante no parlamento (ou câmara) decidirá seu voto estatisticamente, como os usuários da internet. O objetivo do representante é refletir no parlamento, da forma mais fiel possível, a opinião dos membros. Suponhamos que o Demoex tenha cinco cadeiras no parlamento, e 60% dos seus membros votem a favor de uma proposta: nesse caso, três dos representantes votarão favoravelmente à proposta no parlamento. Os arredondamentos são feitos pelos critérios consagrados em matemática. Se for de todo impossível retratar, de maneira justa, a opinião dos membros numa determinada votação, adota-se o voto em branco.

O princípio da distribuição estatística é usado porque ele aperfeiçoa a democracia. Para cada questão em debate deve haver uma e apenas uma eleição democrática. A sub-divisão de um tema em várias sub-eleições cria sérios riscos de se deixar o princípio democrático fundamental da vontade da maioria de lado.

Sistema de votações complexas

Algumas votações podem requerer muito mais sofisticação que um simples sistema exclusivo de “sim” ou “não” poderia oferecer. Para resolver esses problemas são utilizados algoritmos [4]

Num dos métodos possíveis o voto pode ser -1 (não), 0 (abstenção) ou +1 (sim). No início da votação todos os eleitores são considerados como tendo votado 0, exceto quem propôs a matéria, que automaticamente é considerado como tendo votado 1. Os votos podem ser alterados até o momento da proclamação oficial dos resultados. Os votos são ligados a um avatar, o que permite que o voto seja anônimo, ao mesmo tempo em que fica assegurada a transparência, e a prestação de contas.

Cada proposta a ser votada gera um certo apoio acumulado, que é representado por um número entre -1 e +1 . No início da votação esse número é colocado em zero. Para cada dia em que haja votação, com alguma alteração no resultado de votos pró ou contra, o apoio acumulado cresce, por um valor constante. Se houver uma inversão na preferência dos eleitores entre o pró e o contra, o apoio acumulado retorna a zero.

Por esse sistema, uma proposta é considerada aprovada, ou rejeitada, quando:

(Valor corrente, chamado de “mean value” no gráfico) + (apoio acumulado) > +1 = (proposta aceita) ou < -1 = (proposta rejeitada). Clique e veja o gráfico Gráfico da votação

Usando esse algoritmo, em havendo maior participação do eleitorado, com muitos votos (em relação ao registro de eleitores), pró ou contra, sem que haja inversão da maioria durante a votação, a votação se encerra num curto espaço de tempo. Num assunto de menor interesse, com pequena participação do eleitorado, em que há poucos votos (em relação ao número de eleitores registrados), a votação se prolonga por muito mais dias.

Uma lista comparativa de diversos sistemas e métodos de votação pode ser consultada, em inglês, no verbete Voting system.

Resistência dos partidos tradicionais

Numa entrevista à Rádio Suécia, os membros do Demoex declararam que os partidos políticos tradicionais não apreciam essa experiência, porque ela coloca em questão a própria existência dos partidos representativos.

Iniciativas similares no mundo

Demoex opera de forma muito similar à Listapartecipata italiana, cujo lema é O controle do governo nas mãos do Povo (e não somente no dia das eleições).

No Brasil existe uma iniciativa similar por nome Demoex Brasil ou também Partido da Democracia Experimental Brasileiro que visa a coleta de assinaturas para obter o registro do partido político no Tribunal Superior Eleitoral. Você pode apoiar entrando no site e imprimindo a ficha de apoio, preencher a mão, assinar e enviar ao endereço que está no rodapé da folha que imprimir.

Referências

Ver também

Ligações externas

http://www.cidadaos.org.br – Partido político baseado no DEMOEX (em desenvolvimento)

Bibliografia

Barber, Benjamin R., 1984, Strong democracy: Participatory Politics for a New Age, University of California Press, Berkley, CA.

Dahl, Robert A., 1985, A preface to Economic Democracy, Polity Press, Oxford.

Grönlund, Åke, 2001, IT, demokrati och medborgarnas deltagande, VINNOVA Rapport VR 2001:26 och TELDOK Rapport 142. TELDOK/VINNOVA, Stockholm.

Habermas, Jürgen, 1996, Between Facts and Norms, Polity Press, Cambridge.

Ilshammar, Lars, 2002, Offentlighetens nya rum – Teknik och politik i Sverige 1969–1999, Universitetsbiblioteket, Örebro

Kvale, Steinar, 1997, Den kvalitativa forskningsintervjun, Studentlitteratur, Lund. Torpe, Lars, 2002, Demokrati på nettet – status og perspektiver for digitalkommunikation i kommunerna, paper till den XIII Nordiske Statskunskabskongres, Aalborg Universitet, 15-16 Augusti 2002. Besökt 2003-03-15

NORBACK, Per. Demoex – think global, act local. Vallentuna, Suécia: The Utopian World Championship 2004.

Olsson, Anders R., 1999, Elektronisk demokrati, Demokratiutredningens skriftserie nr. 16, SOU 1999:12, Fakta info direkt, Stockholm.

Olsson, Anders R., 2001, E-röstning: En lägesrapport, IT-kommissionen, Observatoriet för IT, demokrati och medborgarskap, Observatorierapport 35/2001, IT-kommissionen, Stockholm.

Ottesen, Karin, 2003, IT-stöd för demokratiska processer – med inriktning på innehållen funktionalitet och faktisk användning, Institutionen för informationsteknologi och medier, Mitthögskolan, Sundsvall.

Democracia virtual

A ideia de democracia virtual (muitas vezes também referenciada como democracia digital, e-democracy ou ciberdemocracia) se relaciona aos meios e modos de utilização das ferramentas de comunicação digital para incrementar as práticas políticas. O estudo e o desenvolvimento de iniciativas ligadas a valores tais como participação, transparência, preservação de direitos e liberdades, dentre outros, deu origem a toda uma literatura nacional e internacional dedicada ao tema.

 

democracia virtual ou e-democracia é mais comumente compreendida em sua interface relativa à interação entre sistema político e cidadãos, seja por meio da participação direta, seja pelo estímulo à realização de debates entre o governo e a população através da internet. Na Europa e nos Estados Unidos, o uso da Internet e outras redes de computador no sector público acenderam um debate sobre formas novas da democracia. Análises deste estudo, como o uso de tecnologias da Internet por governos, com o fornecimento de serviços e interação com os cidadãos – também chamado e-governo – contribui para o realce da democracia.

Entretanto, em nenhum outro ponto na história uma tecnologia de comunicações teve um impacto tão rápido e largo na sociedade como a internet. Ao contrário dos meios precedentes, a Internet representa uma ferramenta democrática inovadora, porque permite que os povos interajam diretamente com a informação que lhes é apresentada, não obstante os limites geográficos.

Os cidadãos, pela primeira vez na história, podem comunicar-se com as autoridades do governo mais livremente, associando-se com grupos de interesse mais facilmente, votam online, e (logo) podem participar ativamente em todos os estágios do processo de decisão: avaliação das necessidades, recolha da informação, fazer exame de decisão, avaliação e correção das ações.

Assim, a rede tem um número de potenciais democráticos, incluindo:

  • Interatividade
  • Exatidão ao ponto e às modalidades não-hierárquicas de uma comunicação
  • Custos baixos para os utilizadores
  • Rapidez como um meio de comunicação
  • Não limitação geográfica
  • Capacidade (parcial) de manter o anonimato.

A informação é “o material cru” de uma sociedade democrática e a Internet pode promover a disseminação da informação, ao mesmo tempo que aumenta a participação do cidadão.

Entretanto, a Internet não pode ser considerada como uma solução para o deficit democrático de hoje, mas apenas como uma ferramenta que possa de forma inteligente, ser usada para realçar a democracia e a participação do cidadão.

Na democracia-virtual o poder representativo é abolido; assim sendo, todas as leis são aprovadas diretamente pelos cidadãos (utilizando os meios tecnológicos ao dispor: internet, caixas de banca automática e outros); deixando o parlamento de existir como órgão legislativo.

Este método realça através das novas tecnologias a velha democracia, sem restrições de local, de condições sociais, e resistindo de um modo muito eficaz a tentativas oligárquicas.

No Brasil

Câmara dos Deputados

e-Democracia

O Projeto e-Democracia é uma espécie de comunidade virtual que visa catalisar opiniões, sugestões, posicionamentos políticos e críticas aos projetos de lei e outras proposições legislativas em trâmite na Câmara dos Deputados brasileira. Há vários trabalhos brasileiros que examinam esta experiência, seja ao enfatizar os efeitos da participação dos cidadãos através do Portal, seja ao analisar o caráter da deliberação pública percebida em tal iniciativa[3]. Registre-se que Câmata dos Deputados é um dos órgãos pioneiros do Estado brasileiro a promover ferramentas de participação e transparência[4].

Wikilegis

Com base na filosofia wiki da Wikipédia, a Câmara dos Deputados do Brasil desenvolveu o conceito de Wikilégis dentro do portal e-Democracia, uma ferramenta digital que permite a realização de trabalho colaborativo na construção da lei. Assim, o cidadão poderá apresentar sugestões diretamente no texto de forma colaborativa com outros usuários.

Obviamente que tal mecanismo tem o escopo de facilitar a participação objetiva e responsável, ou seja, o cidadão dá sua opinião, já evidenciando a forma de concretizar sua idéia em algo legalmente viável. Assim, o cidadão pode apresentar sugestões de emendas ao texto, ou mesmo elaborar o seu próprio projeto com a ajuda de outras pessoas.

O objetivo do Wikilégis é estimular a busca pelo consenso na construção da lei. A participação popular não precisa (e talvez não deva) gerar a formulação da lei propriamente dita e sim promover elementos para sua construção.

Um dos exemplos de aplicação do Wikilégis é a experiência de comunidades virtuais legislativas geradas pelo Projeto e-Democracia da Câmara dos Deputados brasileira.

Senado Federal

Portal e-Cidadania

Senado Federal também criou a sua ferramenta de participação, o Portal e-Cidadania. Criado em 2012, o Portal é uma ferramenta isenta de qualquer ligação com partidos políticos, que tem como objetivo a participação cidadã de forma mais direta e efetiva do processo legislativo. Desde sua criação até fevereiro de 2018, mais de 45 milhões de pessoas já haviam acessado o Portal.  Apenas em 2017 o site contabilizou mais de 130,5 milhões de acessos por mais de 21 milhões de usuários.[5][6]

Existem três ferramentas de participação disponíveis no e-Cidadania, que são:

Ideia Legislativa

Qualquer pessoa pode enviar Ideias Legislativas para criar novas leis ou alterar as leis atuais. Todas as Ideias enviadas passam por moderação. Se estiverem de acordo, são publicadas e abertas para receberem apoios durante 4 meses. Para tramitar na casa, as ideias precisam atingir durante esse período 20 mil apoios e então são formalizadas como Sugestões Legislativas (SUG) e enviadas para a Comissão de Direitos Humanos E Legislação Participativa (CDH)onde são debatidas pelos senadores e recebem parecer.[7]

Evento Interativo

Os eventos interativos compreendem audiências públicas, sabatinas, seminários, sessões de debate temático e outras reuniões. O cidadão pode participar, enviando comentários e perguntas que são entregues para os senadores durante as reuniões.

Consulta Pública

Todas as proposições que tramitam no Senado ficam disponíveis durante sua tramitação para receber opiniões do público, favoráveis ou contra os projetos. Quase 11 milhões de votos foram registrados nas Proposições que tramitam no Senado.[8]

Interlegis

Interlegis é um programa do Estado Brasileiro, financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e administrado pelo Senado Federal desde 1997, que tem o objetivo de modernizar e integrar o Legislativo Brasileiro para permitir a participação cidadã e preparar a tecnologia das Casas Legislativas para a e-democracia.

Programa Interlegis desenvolve várias tecnologias para o poder legislativo, todas liberadas como software livre sob a licença de uso GPL e que são desenvolvidas em conjunto com comunidades de usuários e cidadãos interessados, apoiadas pelo ambiente Colab. Dentre os principais sistemas estão: SAPL – Sistema de Apoio ao Processo Legislativo – que visa a automação do processo legislativo eletrônico; SAAP – Sistema de Apoio à Atividade Parlamentar – que visa a automação do gabinete dos parlamentares; SPDO – Sistema de Protocolo de Documentos – que visa a automação da tramitação de documentos protocolados na instituição; Portal Modelo – que é um portal CMS pronto para uso e customizado para uma Casa Legislativa, com ferramentas de transparêncialei de acesso à informação, participação cidadã, dados abertos, e-democracia, entre outras.

O Colab, desenvolvido e mantido pelo Interlegis, é um ambiente de colaboração para as comunidades de prática do legislativo, que possui ferramentas para estimular a participação de cidadãos, funcionários das Casas Legislativas e Parlamentares. Ele está sendo utilizado para o desenvolvimento da nova versão do Portal do Software Público Brasileiro
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Tecnocracia

Tecnocracia

Tecnocracia é o modelo de governabilidade funcional, no qual há aplicação das ciências no ciclo de todas as cadeias produtivas garantindo a sustentabilidade da espécie humana. O termo era usado originalmente para designar a aplicação do método científico na resolução de problemas sociais, em contraste com a tradicional abordagem política. No entanto, a palavra tecnocracia tem sido usada popularmente para indicar qualquer tipo de administração feito por especialistas de qualquer campo (não apenas da ciência física) e em diversos contextos.[1]

Isto significa que, no lugar de convenções econômicas obsoletas – e paradoxalmente em uso como “Dois Tratados sobre o Governo” de 1689 de John Locke – os conceitos de “mão invisível sobre a economia” e “raça de trabalhadores” seriam substituídos por métodos científicos para gestão dos recursos e da sociedade.

Os esforços para capacitação técnica, o planejamento rigoroso para o desenvolvimento, a industrialização, a geração de empregos para cargos altamente especializados, a criação de infraestrutura a partir da economia inovadora, o aumento na qualidade da Educação Fundamental, Média e Superior com produção de Ciência & Tecnologia fariam dos cidadãos cientistas que governariam um Tecnado. Deste modo, o Tecnado substituiria a República e os representantes que ocupam os poderes legislativos e executivos seriam escolhidos com base na experiência, no notório saber e pelas contribuições a humanidade – quaisquer que seja o campo científico.

As aptidões técnicas e de liderança seriam selecionadas através de processos burocráticos, assentes no desempenho e conhecimentos especializados, ao invés de uma eleição “democrática representativa” cujo dispositivo é apenas o convencimento pelo marketing ao invés da competência.

De acordo com o problema de cálculo econômico, formulado pelo economista Ludwig von Mises, e considerando o grande nível de planejamento central econômico e todo o aparato burocrático de uma tecnocracia, esse modelo político e econômico cairia no mesmo erro econômico (na visão de Mises) do socialismo, que resumidamente diz que o planejamento central é um impossibilidade pela ausência de um sistema de preços livres e propriedades privadas conduzindo a produção.[2]

História do termo

O termo tecnocracia deriva das palavras gregas tekhne, que pode significar técnica, destreza, habilidade ou aptidão. Ao passo que kratos, designa governo. William Henry Smith, um engenheiro californiano, é apontado como o inventor do termo tecnocracia em 1919, que o definia como “the rule of the people made effective through the agency of their servants, the scientists and engineers”, embora a palavra já tivesse sido usada várias vezes antes.[3][4]

História do projeto de governabilidade

O pensamento tecnocrata se origina nas raízes da Escola de Pitágoras cujo projeto era implantar “o Governo dos Sábios”. Pitágoras – mais de 2500 anos atrás – pode ser considerado “o primeiro pensador tecnocrata” que lutou pela causa do saber contra a tirania sendo perseguido e condenado à morte. Entretanto, os seus discípulos disseminaram suas ideias que permanecem atuais até à atualidade. Para os pitagóricos a atividade científica seria a forma mais elevada de purificação da alma.

Na modernidade, o Conde de Saint-Simon foi quem concebeu a Tecnocracia em 1814: “a economia não é uma ciência; é meramente uma política disfarçada”.

No início do século XX a Aliança Técnica, composta por diversos cientistas dos quais o mais conhecido foi Albert Einstein, forma as bases para a Tecnocracia atualizada. Albert Einstein disse em tempos que “estamos no alvorecer de um novo mundo. Os cientistas têm dado aos homens poderes consideráveis​​. Os políticos se aproveitaram deles. O mundo deve escolher entre a desolação indizível de mecanização para o lucro ou conquista, ou a juventude vigorosa da ciência e da técnica para atender às necessidades sociais de uma nova civilização”.

Usos da imprensa atual do termo

Após a crise das dívidas soberanas, o termo tecnocrata foi novamente usado na imprensa europeia. Estes, tais como os primeiros-ministros de Itália (Mario Monti) e da Grécia (Lucas Papademos), foram vistos por uns como solucionadores de problemas que os políticos não conseguiram resolver e, por outros, como pessoas catapultadas para o topo da política, a fim de pôr em prática as ordens dos seus “diretores” na Alemanha e na França,[5] tendo por conseguinte a palavra tecnocrata, adquirido uma conotação pejorativa.

A tecnocracia no Brasil

A identidade brasileira se relaciona com sua expressão máxima, considerando que na bandeira nacional existe o lema: “Ordem e Progresso”. Este lema foi criado por Auguste Comte que foi secretário e discípulo de Saint-Simon, o influenciando a criar o positivismo. A proposta de Comte era a fundação de uma nova civilização pautada na humanidade unida sob a Sociocracia: uma releitura da tecnocracia. Esta releitura chegou ao ápice em 1881 com construções de templos para humanidade.

O idealizador da Tecnocracia no Brasil foi Abílio de Nequete que fundou o Partido Tecnocrata em 1926, sob a máxima. “técnicos de todos os países, uni-vos”.

Entretanto, a Tecnocracia se iniciou durante o Estado Novo quanto houve a industrialização do país e as conquistas dos direitos trabalhistas. O então presidente Getúlio Vargasdiscursou no dia 4 de maio de 1931: “A época é das assembleias especializadas, dos conselhos técnicos integrados à administração. O Estado puramente político, no sentido antigo do termo, podemos considerá-lo, atualmente, entidade amorfa, que, aos poucos, vai perdendo o valor e a significação”.

O aprofundamento da Tecnocracia se daria com João Goulart pelas reformas de base, mas o presidente foi deposto do cargo após uma alegada tentativa de mobilizar uma revolução no país.

Os setores da alta sociedade civil conservadora e militar brasileira subverteram o projeto tecnocrata que teve seu conceito adaptado para a realidade autoritária e caracterizava-se primariamente por um crescimento econômico baseada em sistemas de exclusão da classe trabalhadora das decisões políticas. Paralelamente ao endurecimento do regime, o governo militar punha em ação o plano de modernização da indústria nacional, baseada na racionalidade tecnicista.[6] A Plutocracia que interrompeu a Tecnocracia no Brasil foi marcada por intervenções negativas do Estado na política econômica.

Entretanto, depois do fim da Ditadura Militar houve iniciativas democráticas de partidos com traços tecnocratas de Getúlio Vargas e João Goulart tendo em vista consolidar o Brasil como grande potência:

  1. PRONA [Partido de Reedificação da Ordem Nacional], de extrema-direita: foi extinto depois da morte de seu líder Enéas Ferreira Carneiro;
  2. PDT [Partido Democrático Trabalhista], de centro-esquerda: foi enfraquecido e perdeu as características originais depois da morte de seu líder Leonel Brizola
    .

E se os “menino(a)s da informática” resolvessem parar?


Com todo o respeito à classe dos caminhoneiros que, durante os últimos 8 dias de paralisação mostraram o quão frágil é nossa estrutura governamental e de logística e o quão forte e importante é a categoria, tenho que confessar que isso me provocou certos devaneios e trouxe à tona uma outra questão:

E se nós, profissionais de TI, ou “menino(a)s da informática”, resolvêssemos parar?

A ideia é simples, mas, como tudo em nossa área, segue um algoritmo lógico. Não faríamos bloqueios em vias públicas, não sairíamos às ruas com cartazes e caras pintadas, entoando palavras de ordem, não bateríamos panelas e nem vandalizaríamos nenhum estabelecimento público ou privado, apenas ficaríamos em casa, no aconchego de nossas camas e, o mais importante, com os telefones e computadores desligados.

Como? Meu algoritmo talvez tenha bugs, por isso, conclamo a todos um crowdsourcing.

1º Dia:
O Suporte Técnico não estaria lá para trocar computador de lugar, substituir um monitor ou mouse com defeito, fazer ou restaurar um backup, atualizar antivírus, instalar um programa “essencial”. Wi-fi lenta? Vai ler um livro! Desatolar papel ou trocar o tonner da impressora, ajudar aquele usuário que, apesar de trabalhar com o Word há 10 anos, não sabe formatar um texto, corrigir o problema do celular daquele cara que acha que manja tudo e baixou um app novo que viu no Facebook e agora tá travando ou que formatou seu computador pessoal e agora quer o “crack” do Windows ou do Office. Essas são situações que só o valente guerreiro que está na linha de frente conhece. Pronto, 40% das estações de trabalho das empresas e particulares absolutamente inutilizadas.

2º Dia:
A “Informática” já toma evidência e começa a fazer parte das rodas de conversa no cafezinho. Agora é a vez dos bravos Analistas de Sistemas e Gestores de Banco de Dados, deixando de lado os roolbacks de documentos ou informação inserida indevidamente no sistema. Sabe aquele botãozinho que o usuário quer tanto que se coloque em uma tela? E daí? E aquele acesso privilegiado que o Diretor insiste que sua estagiária tenha, nem pensar. Sem contar aquela dúvida que vem à tona pela milésima vez sobre em qual campo inserir determinada informação ou aquele prazo vital para entregar determinada parte do projeto, ficou pra depois. Pronto, mais 30% dos postos de trabalho e 70% dos projetos totalmente parados.

3º Dia:
A cereja do bolo, o estabelecimento do Caos e uma provável Guerra Civil, tem como protagonista os Administradores de Redes. Sim, aquele que muita gente nem sabe que existe e para que serve. Esses sim terão que levantar de suas camas, caminhar, ainda de pijamas até o seu notebook, acessar remotamente seus servidores e apenas digitar um comando: Shutdown -s now!

Haverá combustível nas bombas, remédios nos hospitais, comida nas prateleiras dos mercados, merenda nas escolas, mas…..

Deixo a cargo de cada um dos profissionais estabelecerem o tamanho do caos proporcionado que, aliás, nem será noticiado pelas TVs, pois, afinal, sem computadores, redes e internet, como veicularão qualquer tipo de informação? Ah, e não adianta nada mandarem o Exército atrás de nós, pois, afinal, estamos quietos em nossas casas, dormindo com as luzes apagadas por que o setor elétrico não funciona sem computador, apenas isso.

Quanto às reivindicações, além das básicas como melhores condições salariais e de trabalho, reconhecimento da nossa atividade como vital para o funcionamento de um mundo altamente automatizado, etc, poderíamos pedir o que desejarmos:

uma máquina de café só nossa;
o direito de mandar para onde quisermos aqueles que nos chamam de “garotos da informática”,;
folgas no final de semana;
o direito de ir a um churrasco de família sem sermos molestados por perguntas idiotas;
dentre outras várias.
Sim, realmente todas as categorias tem seu valor e sua importância na grande máquina que é a sociedade e que, quando uma engrenagem para, toda a máquina sente. Mas, certamente, no mundo de hoje a chave de on-off para essa engrenagem rodar são os “meninos da informática“.

Como Abrir um iPhone

Se você deseja olhar mais de perto as partes internas do seu novo iPhone 6 ou quer substituir a bateria por conta própria, será preciso desmontá-lo usando algumas ferramentas básicas. Abrir o iPhone acarretará na perda da garantia, então sempre verifique se o que você deseja fazer pode ser feito pela Apple, antes de tentar sozinho. Siga este guia para abrir seu iPhone em apenas alguns minutos.

 Passos
  1. Imagem intitulada Open an iPhone Step 1
    1

    Desligue o iPhone. Antes de abrir o aparelho, verifique se ele está completamente desligado. Apenas apagar a tela não será suficiente. Pressione e segure o botão de energia do aparelho até que a opção “Desligar” apareça na tela. Deslize o dedo em cima da opção para desligar o aparelho.

    • Abrir o iPhone sem desligá-lo pode causar problemas no aparelho.
  2. Imagem intitulada Open an iPhone Step 2
    2

    Remova o cartão SIM. Para evitar danificar o SIM durante a desmontagem, remova-o primeiro. O método varia dependendo do modelo de iPhone que você possui, mas geralmente, um clipe de papel ou a própria chave que vem na caixa do aparelho podem ajudá-lo a abrir o compartimento e remover o cartão. SIM release button.
  3. Imagem intitulada Open an iPhone Step 3
    3

    Proteja-se contra choques elétricos. Antes de abrir o iPhone, confira se você está devidamente protegido para evitar danificar os componentes com uma carga estática. Você pode se proteger ao tocar algum metal exposto.
  4. Imagem intitulada Open an iPhone Step 4
    4

    Remova os parafusos. Há dois parafusos pequenos na parte inferior do iPhone que precisam ser removidos antes que você abra o aparelho. Eles estão localizados um em cada ponta da entrada do conector.

    • O iPhone Original e o 3GS precisam de uma chave Phillips #00 para retirar os parafusos. Os modelos entre o iPhone 4 até o iPhone 6 requerem uma chave de fenda Pentalobe de cinco pontos.
    • Os parafusos são bem pequenos, então tome cuidado para não perdê-los depois de retirá-los do iPhone.
  5. Imagem intitulada Open an iPhone Step 5
    5

    Erga a capa para abri-la. Depois de remover os parafusos, você pode erguer a capa usando uma chave de fenda de ponta chata. Insira a chave de fenda logo acima da entrada do conector onde você removeu os parafusos. Empurre com cuidado, até que a tela se solte do aparelho.

    • Alternativamente, você pode prender uma ventosa na tela e puxar cuidadosamente, até que ela se separe do aparelho. Isso pode causar menos danos do que forçar com uma chave de fenda.
    • Abra o aparelho com cuidado. A tela está conectada à componentes do aparelho com diversos cabos de fita. Se você soltar a tela muito rapidamente, pode danificar os cabos.
  6. Imagem intitulada Open an iPhone Step 6
    6

    Solte os cabos de fita. Há três cabos pequenos localizados na parte de cima do iPhone, que conectam a tela à placa mãe. Para remover a tela completamente, é preciso soltar esses cabos.

    • É preciso remover os dois primeiros cabos antes de remover o terceiro.
    • Cuidado ao soltar esses cabos, pois danificá-los fará com que o seu iPhone pare de funcionar.
  7. Imagem intitulada Open an iPhone Step 7
    7

    Remova a tela. Ao soltar os cabos, você pode deixar a tela de lado. Cuidado para não danificá-la enquanto ela não estiver em uso.
  8. Imagem intitulada Open an iPhone Step 8
    8

    Acesse a placa mãe. Se você precisar acessar a placa mãe, remova os parafusos em volta da placa de metal. Alguns parafusos podem estar cobertos com adesivos. Depois de remover todos os parafusos, solte a placa mãe.
  9. Imagem intitulada Open an iPhone Step 9
    9

    Remova a bateria. Nos modelos mais antigos de iPhone, a bateria fica colada à placa traseira do iPhone. Use uma chave de fenda pequena e de ponta chata para soltar e erguer a bateria aos poucos, tomando cuidado para não furá-la.

    • Modelos mais novos de iPhone tem baterias removíveis que você pode soltar imediatamente após remover o parafuso que segura elas no lugar.
  10. Imagem intitulada Open an iPhone Step 10
    10

    Remonte o iPhone. Ao finalizar os reparos, você pode remontar o aparelho ao fazer os mesmos passos acima, só que na ordem reversa. Confira se todos os cabos estão conectados nas entradas correspondentes.
 Dicas
  • Proteja-se antes de tocar em quaisquer partes eletrônicas do iPhone. Toque uma superfície de metal para descarregar qualquer energia estática que esteja em seu corpo e, assim, evitar que quaisquer partes do aparelho sejam danificadas.
 Avisos
  • É preciso tomar muito cuidado ao abrir o iPhone, já que o aparelho contêm muitas peças caras e sensíveis, e que podem ser danificadas com facilidade.
  • Tenha cuidado, também, ao forçar para abrir certas partes do aparelho. A pressão em excesso pode causar arranhões, danos, rachaduras ou até a quebra de partes pequenas, mas essenciais para o funcionamento do aparelho.
  • Abrir seu iPhone acarretará na perda da garantia.